De acordo com o The New York Times, cubanos estariam dispostos a trocar o presidente, mas buscam uma saída para que o movimento não pareça vir de uma ordem americana.
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O governo dos Estados Unidos está pressionando para que o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, deixe o cargo como parte das negociações em andamento entre os dois países.
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De acordo com o jornal The New York Times, autoridades americanas indicaram a negociadores cubanos que consideram necessária a saída de Díaz-Canel para avançar em acordos entre os dois países.
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Segundo o New York Times, os EUA não estariam exigindo mudanças mais amplas no regime comunista nem ações contra membros da família Castro, que continuam a exercer influência política em Cuba.
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Ainda de acordo com a reportagem, negociadores cubanos reconheceram que a presidência de Díaz-Canel tem sido problemática, mas tentam encontrar uma forma de substituí-lo sem parecer que a decisão foi ditada pelos Estados Unidos.

Cuba reabre negociações com Estados Unidos
O governo dos Estados Unidos está pressionando para que o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, deixe o cargo como parte das negociações em andamento entre os dois países, revelou o jornal The New York Times nesta segunda-feira (16).
De acordo com a reportagem, autoridades americanas indicaram a negociadores cubanos que consideram necessária a saída de Díaz-Canel para avançar em acordos entre os dois países. As informações foram relatadas ao jornal por quatro pessoas com conhecimento das conversas.
Segundo o New York Times, os EUA não estariam exigindo mudanças mais amplas no regime comunista nem ações contra membros da família Castro, que continuam a exercer influência política em Cuba.
Ainda de acordo com a reportagem, negociadores cubanos reconheceram que a presidência de Díaz-Canel tem sido problemática, mas tentam encontrar uma forma de substituí-lo sem parecer que a decisão foi ditada pelos Estados Unidos.
O jornal afirma que a proposta foi apresentada como um passo para facilitar acordos entre os dois governos, e não como um ultimato — diferentemente do que aconteceu com a Venezuela.
Na avaliação de integrantes do governo Donald Trump, a saída de Díaz-Canel do poder poderia abrir caminho para reformas econômicas no país. Por outro lado, exilados cubanos e políticos americanos poderiam pressionar por mudanças mais amplas na ilha do que apenas a troca do presidente.
Trump também afirmou que Cuba é “uma nação falida” que “não tem dinheiro, não tem petróleo, não tem nada”.
Atualmente, Cuba enfrenta uma crise energética após os EUA colocarem um bloqueio naval contra a ilha para impedir a entrada de petróleo. O país não tem reservas próprias e dependia das exportações da Venezuela.
Nesta segunda-feira, o regime cubano afirmou viver um colapso energético e disse não ser capaz de garantir fornecimento de eletricidade para a população.
O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, em 16 de janeiro de 2026 — Foto: REUTERS/Norlys Perez

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