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Trump diz que pediu para adiar viagem à China por causa da guerra com o Irã

Presidente afirmou que solicitou atraso de 'um mês ou mais'. Trump pressiona Pequim a ajudar a reabrir o Estreito de Ormuz, por onde passa 20% da produção mundial de petróleo.


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em 16 de março de 2026 — Foto: REUTERS/Jonathan Ernst

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta segunda-feira (16) que pediu o adiamento de uma viagem à China prevista para o início de abril. Segundo ele, a visita poderia ocorrer “daqui a um mês ou mais”, por causa da guerra com o Irã.

A viagem estava prevista para ocorrer entre 31 de março e 2 de abril e incluir um encontro com o presidente chinês, Xi Jinping.

Em conversa com jornalistas na Casa Branca, Trump afirmou que, diante da guerra, sente que precisa permanecer nos Estados Unidos.

Mais cedo, a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, disse que o presidente continua disposto a visitar a China, mas afirmou que os planos devem mudar.

"Como comandante em chefe, a principal prioridade dele neste momento é garantir o sucesso contínuo desta operação Fúria Épica", declarou.

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No domingo (15), Trump já havia sugerido que poderia adiar a viagem. Em entrevista ao Financial Times, o presidente pressionou a China a ajudar a reabrir o tráfego de petroleiros no Estreito de Ormuz, rota estratégica para o comércio global de petróleo.

"Acho que a China também deveria ajudar, porque 90% do petróleo que consome vem do estreito", disse Trump ao jornal. Ele acrescentou que preferiria saber a posição de Pequim sobre o tema antes da viagem.

Segundo Trump, o governo dos Estados Unidos conversou com cerca de sete países sobre apoio militar para proteger navios na região, mas nenhum confirmou participação formal até o momento.

Autoridades chinesas disseram que o Estreito de Ormuz é uma rota essencial para o comércio internacional e que manter a região estável é do interesse de toda a comunidade internacional.

A China também afirmou que pretende continuar dialogando com os países envolvidos no conflito e atuar para reduzir as tensões.

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