Correspondentes da AFP no local relataram ter ouvido tiros pela manhã e visto um grande número de forças governamentais entrando na área.
Desde o início dos confrontos na terça-feira (6), pelo menos 21 civis morreram, segundo fontes dos dois lados, e dezenas de milhares de pessoas fugiram da cidade no norte da Síria, a segunda mais populosa do país.
"Anunciamos o fim de uma operação de segurança abrangente no bairro de Sheikh Maksoud, em Aleppo", declarou o Exército em um comunicado divulgado pela agência de notícias oficial Sana, instando os moradores a permanecerem em suas casas.

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As forças curdas negaram essa versão "infundada", afirmando que pretendem "continuar resistindo" após o ataque do exército com tanques e "bombardeios de artilharia brutais".
O Ministério da Defesa da Síria anunciou um cessar-fogo nesta sexta-feira (9), após três dias de confrontos. O comunicado afirmou que os militantes curdos poderiam sair levando "armas leves pessoais" e receberiam escolta até o nordeste do país, região controlada pela FDS. No entanto, os combates foram retomados à noite.
O governador de Aleppo, Azzam al-Gharib, percorreu durante a madrugada os bairros em disputa, escoltado por forças de segurança.
O governo do presidente Ahmed al-Shara, sediado em Damasco após a queda de Bashar al-Assad no final de 2024, assinou um acordo com os curdos em março para integrá-los às novas instituições estatais, mas o pacto está paralisado.
Ambos os lados agora se acusam mutuamente de terem iniciado o surto de violência em Aleppo.
"A única opção para os elementos armados na área de Sheikh Maksoud, em Aleppo, é se render imediatamente, com as armas em punho, no posto de controle militar mais próximo, em troca de garantias para suas vidas e segurança pessoal", alertou anteriormente o Ministério da Defesa sírio, citado pela Sana.
O Exército sírio também anunciou a captura de Ashrafieh, o outro bairro controlado pelos curdos em Aleppo.
Na sexta-feira, o governo instou os combatentes curdos a deixarem a cidade e prometeu levá-los em segurança para áreas sob o controle da autoridade autônoma curda mais a leste. Mas os milicianos se recusaram a render-se e as forças governamentais, reforçadas por tropas adicionais, retomaram os ataques naquela noite.
Apesar desses confrontos, os curdos permanecem dispostos a continuar as negociações com Damasco para a integração de suas instituições ao governo central.
"Com esses ataques, o governo está tentando encerrar os acordos. Mas continuamos comprometidos com eles e estamos trabalhando arduamente para implementá-los", disse Elham Ahmed, chefe de relações exteriores da administração local curda, à AFP.

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3 semanas atrás
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