A revisão de 2025 está relacionada à perspectiva de expansão pouco menor que a inicialmente esperada para o PIB do terceiro trimestre, impactando também a projeção para o trimestre à frente. Ministério da Fazenda
Fazenda reduziu as estimativas de crescimento do PIB da indústria. O corte, de 1,4% para 1,3%, foi provocado pelo quadro hídrico e pelo desempenho da indústria de transformação, e de serviços (2,1% para 1,9%). Também impactou a revisão a desaceleração do crédito e do mercado de trabalho. A projeção para o PIB da agropecuária cresceu de 8,3% para 9,5%, na esteira de novas estimativas de safra e abates.
Para 2026, Fazenda manteve estimativa. Manutenção segue expectativa de que a política monetária se torne menos contracionista, com redução de juros, que deve permitir um mercado de crédito menos restritivo, juntamente com políticas de crédito habitacional e ao trabalhador.
Projeções para 2026 apontam expansão de 0,8% para o PIB da agropecuária. Já o setor de serviços deve avançar 2,2%, sustentado pela isenção do Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil por mês. A indústria terá alta de 1,8%, puxada pela indústria extrativa e da construção civil.
Estimativa melhora para inflação. O ministério da Fazenda também diminuiu a sua projeção para o IPCA de 2025, de 4,8% para 4,6%. O cenário segue pouco acima do teto da meta do Banco Central, que é de 4,5%. Para 2026, a pasta revisou de 3,6% para 3,5% a variação do indicador, mais perto do centro da meta, de 3%.

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