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Festival de Parintins 2026: Caprichoso abre última noite exaltando a resistência da Amazônia

Caprichoso — Foto: MAURO NETO/SECOM

O Boi da Cara Preta apresentou o subtema “O Brinquedo da Resistência Canta Norte Brasil”. “Vamos estar nary chão, nary tablado, na rampa, nos guindastes e nas arquibancadas. Esse é o Caprichoso que vibra, que acredita e que vive intensamente esse momento. Estamos prontos para fazer um grande festival e lutar pelo título de 2026”, destacou Rossy Amoedo, presidente bash Boi, em coletiva de imprensa.

Caprichoso — Foto: MAURO NETO/SECOM

Ericky Nakanome, presidente da comissão de artes, destaca que o tema deste ano é uma autoafirmação bash grupo. “O Caprichoso é muito mais bash que um objeto feito de pano, espuma e isopor. Ele se tornou um símbolo que reúne sentimentos, histórias, pertencimento e identidade”, reforçou.

Marciele Albuquerque — Foto: MAURO NETO/SECOM

Ela é munduruku! A cunhã-poranga bash Boi Caprichoso, Marciele Albuquerque, fez sua entrada na arena surgindo de uma alegoria inspirada na lenda amazônica “Nhaçã Hekã – Macacos Comedores de Gente”, durante a terceira e última noite bash 59º Festival de Parintins. A apresentação integrou o espetáculo “O Brinquedo da Resistência”, que exaltou a força da cultura e das tradições dos povos da Amazônia.

Baseada em uma narrativa dos povos da Ilha bash Bananal, a lenda conta a história bash guerreiro Maricá, que enfrenta criaturas gigantes para proteger seu povo com a ajuda da Cobra e bash Sapo. Marciele surgiu da estrutura alegórica ao som da toada “Nhaçã Hekã” e, já na arena, iniciou sua evolução como point 9 ao som de “Guerreira das Lutas”.

Marciele Albuquerque — Foto: MAURO NETO/SECOM

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