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'Ficam me bajulando', disse Trump sobre chefões de big techs, segundo livro

O livro também descreve um encontro de Zuckerberg com Trump em Mar-a-Lago, pouco depois do Dia de Ação de Graças de 2024. Segundo os autores, Trump tocou no sistema de som o hino nacional em uma versão gravada por um grupo de presos ligados aos atos de 6 de janeiro, conhecido como J6 Prison Choir.

Bezos é retratado como alguém que concordou com as críticas de Trump ao "The Washington Post" durante um jantar em dezembro de 2024. "Esse Washington Post [jornal comprado por Bezos em 2013] é muito injusto. Você tem que cuidar melhor", teria dito Trump, ao que Bezos teria respondido: "As pessoas lá são terríveis. Elas não me escutam. Nas minhas outras empresas, me escutam."

Apesar de zombar das lideranças, Trump posicionou chefões de big techs em sua posse à frente de ministros. Fora Zuckerberg e Bezos, estavam ainda em posição de destaque Tim Cook (da Apple), Sundar Pichai (do Google), Sam Altman (da OpenAI) e Elon Musk (da SpaceX e Tesla e que, posteriormente, faria parte do Departamento de Eficiência Governamental dos EUA).

Pedido da Blue Origin não avançou

Meses após o jantar, Bezos teria tentado transformar a relação em um pedido de negócios ligado à Blue Origin, sua empresa espacial. Segundo o livro, ele procurou Trump em julho de 2025 para defender que era um risco de segurança nacional deixar a SpaceX, de Musk, dominar a infraestrutura espacial dos EUA.

De acordo com os autores do livro, Bezos sugeriu que o governo buscasse "diversidade de contratantes" em contratos espaciais. A ideia, segundo o relato, seria abrir espaço para a Blue Origin competir com a SpaceX, inclusive em instalações como o Complexo de Lançamento Espacial 37, em Cabo Canaveral.

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