O envio ao Congresso Nacional, em regime de urgência constitucional, do Projeto de Lei n° 1.838/2026 pelo governo federal gerou forte reação de entidades representativas do setor produtivo no Rio Grande do Sul. O projeto prevê a redução da jornada máxima de 44 para 40 horas semanais, assegura dois dias de descanso remunerado e proíbe a redução salarial, na prática extinguindo a escala 6x1. A Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS) e o Sindicato da Indústria da Construção Civil no Rio Grande do Sul (Sinduscon-RS) divulgaram notas oficiais manifestando profunda preocupação, apontando riscos para a economia, aumento severo de custos e falta de diálogo prévio.
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