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Fim da 6x1: Relator prevê 315 votos em plenário com apoio de megafederação

Federação declarou apoio ao texto aprovado na comissão especial. O anúncio foi feito em entrevista coletiva após a aprovação do parecer na comissão especial por 34 votos a 4. O líder do União Brasil, Pedro Lucas, afirmou que a federação votará a favor do relatório. "Apoiamos a escala 5x2 por acreditar que é um novo momento para o trabalhador brasileiro", disse.

PP e União rejeitam mudança para escala 4x3. Apesar do apoio ao fim da 6x1, os líderes deixaram claro que a federação é contrária ao destaque que propõe adoção da escala 4x3. O líder do PP, Dr. Luizinho, afirmou que avançar além da escala 5x2 "não é um ato de responsabilidade". "A gente sabe da dificuldade e do passo que estamos dando adiante com a redução para 40 horas."

Texto prevê transição e discussão posterior de exceções. O relatório de Leo Prates estabelece período de transição de 14 meses após a promulgação da PEC. Segundo o relator, o texto foi construído para reduzir resistências entre diferentes partidos e setores econômicos. "É um texto médio", afirmou.

Federação condicionou apoio a medidas para pequenos empresários. Dr. Luizinho afirmou que houve compromisso do governo e do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), de discutir reajustes nas tabelas do MEI (Micro Empreendedor Individual) e do Simples Nacional. Segundo ele, o objetivo é compensar impactos da mudança para pequenos empreendedores.

Mais cedo, comissão aprovou relatório com 34 votos a favor e 4 contra. Em votação nominal, a comissão especial aprovou o parecer do deputado Leo Prates (Republicanos-PB) sobre a PEC do fim da escala 6x1. Todos os partidos orientaram que seus deputados votassem em favor do relatório. Apesar disso, votaram contra Maurício Marcon (PL-RS), Gilson Marques (Novo-SC), Osmar Terra (PL-RS) e Julia Zanatta (PL-SC).

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