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Fim da taxa das blusinhas contraria tendência; veja como países cobram

Taxa foi ampliada e passou a ser aplicada contra artigos de todos os países. Inicialmente limitada à China, o fim da isenção dos "minimis" (importações consideradas de baixo valor) alcançou a entrada de todos os produtos a partir de agosto de 2025. "Estabeleço as taxas alfandegárias aplicáveis pela rede postal internacional que, de outra forma, se qualificariam para a isenção de 'minimis'", determinou Trump.

UE (União Europeia) vai introduzir a cobrança a partir de julho. Válida para os 27 países do bloco, a medida foi estabelecida em dezembro de 2025. Com a decisão, quem encomendar produtos de até 150 euros (R$ 870) em sites internacionais deverá pagar uma tarifa adicional de 3 euros (R$ 17,40).

Bloco fala em "proteger as empresas do boom do comércio eletrônico". Ao anunciar a tarifa, a UE destacou que as novas regras aduaneiras vão proteger o comércio, seus trabalhadores e os consumidores diante do aumento da concorrência das plataformas estrangeiras de comércio eletrônico.

Argentina ampliou o limite de importação, ao contrário dos EUA e da UE. Para garantir "preços mais competitivos" à população, o presidente Javier Milei aumentou, em novembro de 2024, a isenção para as compras internacionais de US$ 1.000 (R$ 5.000) para US$ 3.000 (R$ 15 mil). "Com essas medidas, estamos dando oportunidade a milhões de cidadãos de escolher o que querem comprar e onde", disse o ministro da Economia da Argentina, Luis Caputo, na ocasião.

Taxa das blusinhas

Medida foi estabelecida no Brasil para evitar concorrência desleal do mercado asiático. Ao criar a chamada taxa das blusinhas, o governo argumentou que as compras em plataformas como Shein, Temu, Shopee e AliExpress prejudicavam a indústria e o varejo.

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