O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, levou 47 segundos. Segundo ele, a ação ocorreu apesar da presença de forças de oposição e do risco de retaliação.
De acordo com Trump, a ofensiva foi planejada para evitar vazamentos de informação, que ele atribuiu ao Congresso americano. “O Congresso tem tendência a vazar informações. Eu sabia que isso ia acontecer em algum momento”, disse.
Trump afirmou que, apesar da rapidez da ação, a execução foi complexa.
Ainda assim, o republicano afirmou ter acompanhado a operação de perto e relatou dificuldades no avanço das tropas. “Passamos pela oposição, por forças de retaliação. Havia muitos adversários”, declarou.
Trump e Maduro — Foto: AP Photo/Evan Vucci; Reuters/Leonardo Fernandez
'Consertar' a indústria do petróleo da Venezuela
Na mesma coletiva, Trump ainda afirmou que pretende abrir o setor petrolífero da Venezuela à atuação de grandes companhias dos EUA.
“Nossas gigantescas companhias petrolíferas dos EUA, as maiores do mundo, vão entrar, gastar bilhões de dólares, consertar a infraestrutura petrolífera que está em péssimo estado e começar a gerar lucro para o país.”
Trump também acusou governos venezuelanos de terem se apropriado à força da indústria de petróleo construída, segundo ele, com capital e expertise americanos.
Para o presidente dos EUA, o episódio representou “um dos maiores roubos de propriedade americana na história do nosso país”.
O presidente norte-americano afirmou ainda que a operação de captura de Maduro foi a maior ação militar dos EUA desde a Segunda Guerra Mundial:
De acordo com Washington, Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram retirados da Venezuela por via aérea e estão sob custódia americana, onde devem responder à Justiça em Nova York.
O governo venezuelano declarou estado de emergência, disse desconhecer o paradeiro do presidente e cobrou uma prova de vida. Até a última atualização, não havia balanço oficial de mortos ou feridos.
Trump fala sobre ataque à Venezuela — Foto: Reuters/Jonathan Ernst

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1 mês atrás
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