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França terá 'ano de resistência' contra Shein e outras plataformas, diz ministro

A Shein, que desde então reabriu parcialmente seu marketplace e afirmou ter implementado controles sobre os produtos vendidos na plataforma, recusou-se a comentar hoje.

"Eles devem respeitar as regras"

Papin afirmou que tais violações eram "sistêmicas" e que estava confiante de que o tribunal seria receptivo ao seu argumento de que a Shein representava uma "perturbação da ordem pública".

Ele afirmou que dois parlamentares franceses estão preparando um projeto de lei que permitiria ao governo suspender plataformas online sem a necessidade de aprovação judicial, acrescentando que gostaria de ver as vendas da Shein caírem na França.

A Shein vende roupas e acessórios a preços baixíssimos graças ao seu modelo de negócios de envio de encomendas diretamente das fábricas na China para compradores em todo o mundo. Seu crescimento explosivo desencadeou uma reação negativa em muitos países da Europa, onde os varejistas tradicionais estão perdendo terreno.

"Precisamos nos proteger, é claro, existe concorrência desleal, eles devem respeitar as regras de defesa do consumidor (aplicadas aos varejistas franceses)", disse Papin.

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