A Fundação Casa encerrou 2025 com uma taxa média anual de reincidência de 20,66%, a menor desde 2016, quando a instituição iniciou sua série histórica, e em uma tendência de queda contínua que começou em 2020, de acordo com dados da entidade.
A taxa mede o percentual de adolescentes com duas ou mais internações no sistema socioeducativo. Segundo dados da entidade, o patamar saiu de 26,03% em 2020 para 20,66% no ano passado.
A instituição ressalta que o indicador passou por ajustes metodológicos na forma de cálculo ao longo dos anos e que, desde agosto de 2023, utiliza a média diária, que compõe a média do ano. "O que importa é o comportamento do indicador ao longo do tempo, e ele aponta para uma redução real e sustentada", diz a presidente da Fundação Casa, Claudia Carletto.
"Isso reflete uma mudança de modelo: deixamos de operar apenas no momento da medida e passamos a estruturar políticas para o depois, quando o risco de ruptura é maior."
A Fundação Casa atribui a diminuição à ampliação de políticas de escolarização, formação profissional, acompanhamento individualizado e fortalecimento do vínculo com os territórios.
Para o secretário de Estado da Justiça e Cidadania, Fábio Prieto, a queda da reincidência tem impacto direto na segurança pública e na garantia de direitos. "A socioeducação não termina com o fim da medida. Quando o Estado acompanha esse jovem no retorno à escola, à família e à comunidade, reduz vulnerabilidades e previne novas violações", acrescenta.

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