Mesmo na mira da oposição, Weverton Rocha (PDT-MA) não deve deixar a vice-liderança do governo Lula (PT) no Senado, no que depender do Palácio do Planalto. Um auxiliar do presidente diz que o senador, que é também líder do PDT, sempre ajudou o governo no Congresso. Tirar Weverton do cargo, continua, só o deixaria ainda mais exposto.
Em dezembro, a PF (Polícia Federal) fez buscas na casa do senador e o apontou como o "sustentáculo político" do escândalo no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) —dando mais combustível para a CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito), a partir do mês que vem.
Após a operação, em dezembro, o deputado federal Alfredo Gaspar (União Brasil-AL), relator da comissão, disse à Folha que o senador precisa prestar depoimento. Weverton nega a acusação da PF e afirma estar sereno. Segundo ele, sua inocência será plenamente reconhecida.
Weverton é o relator da indicação do ministro da AGU (Advocacia-Geral da União), Jorge Messias, para o STF (Supremo Tribunal Federal) e tenta repetir o trabalho feito quando relatou a indicação de Flávio Dino, em 2023.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), ainda não deu nenhum sinal sobre a sabatina de Messias. Durante o ato que marcou os três anos do atentado de 8 de Janeiro, o líder do governo, senador Jaques Wagner (PT-BA), conversou com Messias e disse à imprensa estar confiante na aprovação.
"Eu estou trabalhando os votos, mas acho que ele [Messias] terá os votos para ser aprovado", disse Wagner a jornalistas no Palácio do Planalto.

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