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Governo do Irã usa defesaça na Copa como metáfora da guerra contra os EUA: 'É assim que protegemos nossa terra'

"É assim que protegemos nossa terra", afirmou o presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Ghalibaf. Veja mais abaixo a publicação dele na rede social X com a foto da defesa.

A fala de Ghalibaf, que se tornou um dos principais negociadores do acordo de paz com os EUA, fez referência a uma defesa à queima-roupa do goleiro Alireza Beiravand durante o 1º tempo da partida contra a Bélgica. Com 7 defesas, a atuação de Beiravand garantiu o empate por zero a zero com os belgas e o segundo ponto do Irã na Copa.

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A mesmo lance também foi utilizado nas redes sociais como meme de guerra. Em uma foto de outro ângulo, internautas escreveram "Estreito de Ormuz" no espaço deixado pelo goleiro e pelo zagueiro iranianos no momento entre o chute do atacante belga e a defesa de Beiranvand, em alusão à maior influência conquistada pelo governo iraniano sobre o estreito no Oriente Médio após o conflito contra os EUA.

Presidente do Parlamento do Irã, Mohammad Ghalibaf, repercute nas redes sociais defesaça de Alireza Beiranvand contra a Bélgica na Copa do Mundo em 21 de junho de 2026. — Foto: Rperodução/Mohammad Ghalibaf no X

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As conversas ocorreram em Zurique, na Suíça. Além de Vance, participaram o chanceler iraniano, Abbas Araghchi, e o presidente do Parlamento do Irã, Mohammad Ghalibaf, que é também o chefe das negociações com os EUA.

"Lançamos a base. Não construímos a casa, mas estabelecemos uma base sólida para chegarmos a um bom resultado para o povo americano", declarou Vance.

Já o Irã afirmou que houve “progresso significativo” para o fim dos combates no Líbano e considerou a conversa o primeiro teste real das negociações.

Mas as tratativas também teve momentos turbulentos. Durante as tratativas, o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou voltar a atacar o Irã caso o Hezbollah, grupo terrorista libanês, não parasse de fazer ataques ao norte de Israel.

As forças israelenses tem feito duros e amplos ataques ao Líbano, que já deixaram 4 mil mortos desde o início de março segundo autoridades locais, com o argumento de alvejar o grupo terrorista.

Mas as conversas em Zurique, que começaram na manhã de domingo e se estenderam até o início da manhã de segunda-feira, conseguiram contornar o mal-estar e progrediram.

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