Na semana passada, a JEO (Junta de Execução Orçamentária) se reuniu para avançar em ajustes na peça orçamentária. Do lado das receitas, foi comemorado que o alívio com as medidas de redução de gastos aprovadas no ano passado será maior do que o previsto anteriormente: de R$ 34 bilhões.
Já pelo lado das despesas, o governo terá que incluir nas contas itens que estavam fora do Orçamento, como os recursos para o Pé-de-Meia, cerca de R$ 6 bilhões. O TCU (Tribunal de Contas da União deu uma ajuda ao governo ao permitir que os recursos sejam pagos por fundos privados por 120 dias. Depois disso, a conta será bancada pelo Tesouro.
Antes dessa decisão, ainda faltavam cerca de R$ 13 bilhões para serem acomodados mesmo após a boa surpresa da entrada dos R$ 34 bilhões com as medidas de ajuste. Neste montante estão, por exemplo, as despesas como o Vale-Gás, que foram subestimadas no projeto do Orçamento pois se defendia que os recursos fossem pagos pela Caixa, fora do Orçamento, o que não será possível.
Para equacionar essa conta, o governo terá que cortar despesas discricionárias (não obrigatórias).
Dentro do governo, diante do pouco espaço para discussão de novas medidas de ajuste ou até corte de gastos, há a defesa de que haja contingenciamento (quando há frustração de receitas) já no primeiro semestre do ano.
O contingenciamento, no entanto, só deve ser feito depois da divulgação do primeiro relatório de receitas e despesas, no final de março. Especialistas preveem a necessidade de cortes entre R$ 20 bilhões e R$ 35 bilhões, mas o governo ainda não tem um número fechado.

German (DE)
English (US)
Spanish (ES)
French (FR)
Hindi (IN)
Italian (IT)
Portuguese (BR)
Russian (RU)
11 meses atrás
32





:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/l/g/UvNZinRh2puy1SCdeg8w/cb1b14f2-970b-4f5c-a175-75a6c34ef729.jpg)










Comentários
Aproveite ao máximo as notícias fazendo login
Entrar Registro