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Governo quer blindar indústria da guerra EUA-Irã, diz executivo do BNDES

Gordon afirmou que o Brasil Soberano 1 ajudou a manter exportações de outros setores em meio ao tarifaço dos EUA e que o novo plano tenta dar fôlego a empresas atingidas por turbulências geopolíticas.

Alguns setores continuaram sofrendo, que são os setores como aço, alumínio. Esses setores continuam sofrendo desde o primeiro momento, e eles não estavam abarcados no primeiro momento, porque eram tarifas diferenciadas.
José Luis Gordon

Segundo o diretor do BNDES, a lista de prioridades inclui químicos, fármacos, automotivo, eletrônico, máquinas e equipamentos. Ele disse que a lista mira áreas em que a dependência externa pode virar risco em momentos de crise, como aconteceu na pandemia de Covid-19.

Ao citar fertilizantes, ele defendeu que o país reduza a vulnerabilidade a choques como guerras e outros conflitos pelo mundo. Para Gordon, ampliar a produção local é fundamental para a agricultura nacional e para a atividade econômica do agronegócio.

O setor de químicos, você tem ali dentro os fertilizantes. A gente importa 85% de fertilizantes, então precisamos ter uma base produtiva aqui. O setor de fármacos é tão relevante: nós vivemos a pandemia e vimos a dependência que a gente teve de importações. Então fortalecer a capacidade desses setores aqui também de produzir, também exportar.
José Luis Gordon

Gordon explicou que a iniciativa se insere na visão do governo Lula de apoiar o setor empresarial e a indústria como motores da geração de emprego e renda no país e do desenvolvimento nacional.

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