O Grok, ferramenta de inteligência artificial integrada ao X (antigo Twitter), anunciou nesta sexta-feira (9) que passou a limitar a geração e edição de imagens apenas para assinantes. A medida, apresentada pela empresa do bilionário Elon Musk, foi uma resposta às críticas após a polêmica envolvendo a criação de imagens sexualizadas e deepfakes na plataforma. No entanto, a restrição não impede que usuários não assinantes acessem o recurso, já que, por outros meios, ainda é possível utilizar a ferramenta. A seguir, confira mais detalhes.
Após polêmica com deepfakes, Grok desativa ferramenta de edição de imagens — Foto: Divulgação/xAI Segundo anúncio feito pela empresa de tecnologia, usuários sem assinatura deixaram de ter acesso à geração e edição de imagens via comandos diretos no Grok. Ao tentar usar o recurso, contas gratuitas recebem uma mensagem informando que a função está limitada a assinantes. A ideia, de acordo com o X, seria reduzir abusos ao vincular o uso da ferramenta a planos pagos, que exigem identificação do usuário.
O que acontece na prática
Apesar do bloqueio anunciado, testes revelam que usuários gratuitos ainda conseguem acessar ferramentas de edição de imagens associadas ao Grok dentro da própria plataforma. De acordo com o portal The Verge, o acesso continua possível por meio de opções de edição disponíveis ao visualizar imagens no X, recursos integrados à interface da rede social e fluxos alternativos que não passam pelo comando direto do bot. Além disso, segundo a BBC, fora do X — ou seja, no site e no aplicativo dedicado do Grok — ainda é possível usar as ferramentas de edição. Para isso, basta estar logado.
Isso significa que, na prática, a tecnologia de edição permanece ativa na plataforma, mas com limitações apenas na forma de acesso — e não no funcionamento do recurso.
Apesar do bloqueio anunciado, testes revelam que usuários gratuitos ainda conseguem acessar ferramentas de edição de imagens — Foto: Reprodução/Unsplash Por que a medida é considerada ineficaz
Especialistas afirmam que limitar o recurso a assinantes não resolve o problema central, que é a capacidade da inteligência artificial de gerar imagens sensíveis ou manipuladas. Outro ponto levantado é que a restrição financeira não impede o uso indevido da ferramenta, apenas muda quem pode acessá-la com mais facilidade.
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11 horas atrás
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