A guerra no Oriente Médio deve gerar um resultado fiscal favorável ao Brasil. É o que aponta o Relatório de Acompanhamento Fiscal que será divulgado nesta quinta-feira (16) pela Instituição Fiscal Independente, ligada ao Senado.
A avaliação feita pelos técnicos é que, apesar de não ter o que comemorar com o conflito, na prática, a guerra vai trazer lucros ao país.
Isso porque o governo tem arrecadado mais com os royalties do petróleo. Se o preço do barril tem elevado os preços em todo o mundo, ao mesmo tempo, tem rendido recursos ao Brasil.
A entidade reconhece que o ambiente é volátil e que não há como ter previsibilidade, nem mesmo a profundidade e a duração dos efeitos da guerra. Mas, por ora, a avaliação é que haverá ganhos ao Brasil do ponto de vista fiscal, tanto em 2026 quanto em 2027.
"Mesmo o governo oferecendo subvenções ao óleo diesel e ao gás de cozinha e adiando a cobrança de tarifas das companhias aéreas, as receitas derivadas da crise são superiores às despesas", disse o diretor-executivo da IFI, Marcus Pestana.
Mesmo assim, toda cautela é pouca. Os técnicos admitem que não há como prever nada que tenha relação com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump e ainda não se sabe o real grau de comprometimento das economias mundiais.

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