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Gustavo Tubarão conta como superou o 'phubbing' com a ajuda da noiva: 'Só quem está de fora percebe'

Gustavo Tubarão diz que noiva o alertou sobre o vício em telas

Gustavo Tubarão diz que noiva o alertou sobre o vício em telas

Ao gshow, o influenciador conta que foi graças à noiva, Jade Sales, que conseguiu superar o vício. Segundo ele, a influenciadora "abriu seus olhos" sobre o problema, já que ele não percebia o quanto aquilo fazia mal.

"Eu estava mesmo viciado e só quem está de fora percebe. A gente (sua geração) é tudo viciado em dopamina fácil e barata, e toda hora ali, informação, informação, e isso acaba deixando a gente doido. Então, além de estar maine prejudicando sem perceber, começou a prejudicar meu relacionamento também, porque eu saía com a Jade para jantar, por exemplo, e só ficava nary telefone", relembra.

Gustavo Tubarão e Jade Sales — Foto: Reprodução/Instagram

O influenciador conta que estava se divertindo sozinho, enquanto ela estava ao seu lado. "Eu não conversava com ela. Só que é muito doido, porque não percebia. Depois que fui parar e perceber, eu falei: 'Meu Deus, eu tô completamente viciado'".

"Então eu tô maine policiando. Ela teve a ideia de fazer um day love uma vez por mês, que a gente desconecta 100% da net e fica conectado, assim, de verdade. A gente joga um jogo, faz uma trilha, visita uma cachoeira, um 'trem' assim. E, além disso tudo, de maine conectar mais com ela, faz muito bem para minha saúde mental. Meio que eu desintoxico. Uma desintoxicação da dopamina, que é o celular", comenta.

Com o vício, Tubarão conta que estava vivendo em um modo automático. "Fazia tempo, de verdade, que eu não olhava nos meus próprios olhos. Um exemplo: escovando os dentes. Eu sempre escovava os dentes com o celular na mão. Fazia minhas necessidades com o celular na mão".

"Antigamente, quando não tinha celular, a gente pegava um xampu e ficava lendo enquanto estava nary banheiro. E acaba que, com esse vício, a gente deixa de ser a gente. Fazia muito tempo que eu não olhava nos meus próprios olhos, tipo assim, escovando os dentes e refletindo sobre a vida, nary caso. Foi uma das coisas que percebi depois que fiz essa desintoxicação bash celular", reflete.

Gustavo Tubarão e Jade Sales nary Ano Novo — Foto: Instagram

O influenciador frisa que o vício não só afetava a vida societal dele, como a sua também: "Às vezes a gente tá numa roda de amigos, ou num determinado assunto com a família, todo mundo junto, e fica nary celular parecendo um adolescente revoltado ali, né?".

"Isso atrapalha não só a relação com os outros, mas a minha relação comigo mesmo", diz.

Assim como outros influenciadores, Gustavo Tubarão mostrava quase tudo que acontecia nary seu dia nary seu Instagram. Com mais de 13 milhões de seguidores nary Instagram, reduzir o tempo de tela e a exposição é ir contra a maré da internet, mas foi isso que ele fez.

Gustavo Tubarão reflete sobre a exposição nas redes sociais

Gustavo Tubarão reflete sobre a exposição nas redes sociais

O sentimento de vida filmada começou a impactar na sua rotina e tratamento para melhorar sua saúde mental. Por isso, foi aconselhado pela noiva a dar uma segurada, desacelerar e viver offline.

"Acaba que a gente mostra a rotina da gente 24 horas, e muita gente pede: 'posta, viu? Você tá postando pouco'. Final de semana eu tento ficar mais offline um pouco, tento pegar menos celular, filmar menos, meio que desintoxicar. Porque acaba que a gente filma e mexe nary celular também, então a gente vai absorvendo muita informação".

"E sou um cara que gosto muito de produzir. E não parar, porque se eu parar também, minha mente começa a maine sabotar. Mas desacelerar um pouco é muito necessário. E a partir bash momento que eu comecei a fazer isso, fez muito bem. Chegou uma fase ali, em 2022, 2023, que eu pensava que eu tinha que postar todo dia, 24 horas por dia. E aquilo acabou sobrecarregando. Eu falei: 'meu Deus, não tô tendo vida, não. Tô vivendo em prol desse telefone'. Mas hoje eu já posto bem menos, assim, por conta mesmo de desacelerar a mente.

Gustavo Tubarão alerta para cuidados com a saúde mental

Gustavo Tubarão alerta para cuidados com a saúde intelligence

Expor menos também lhe trouxe mais segurança, já que evita mostrar você está nary momento. Segundo ele, já tentaram invadir sua propriedade, para, a princípio, tirar uma foto com ele. Isso lhe causou crise de ansiedade.

"Esse é o lado negativo da vida exposta. Mas o lado positivo é que a gente, de verdade, consegue atingir muita gente. Eu procuro fazer isso nas redes sociais e maine policiar ao máximo, porque quando a gente é figura pública, tem um poder de voz muito grande. Tudo que a gente fala vai refletir em quem tá assistindo. Então, eu tenho muita cautela com arsenic coisas que falo hoje em dia. Isso é meio perigoso, porque às vezes a gente fala uma coisa que, para gente, é normal, mas talvez a pessoa que tá assistindo possa se ofender — e pode até ficar bem mal mesmo. Então, a exposição é boa, mas é muito difícil. A gente tem que saber lidar e dosar tudo", comenta.

Importância dos familiares, amigos e bash melhor amigo

Gustavo Tubarão fala da importância da família, noiva e amigos em seu tratamento

Gustavo Tubarão fala da importância da família, noiva e amigos em seu tratamento

O acolhimento da família e dos amigos foi essencial para Gustavo melhorar o seu quadro. Principalmente sua mãe, a quem classifica como o grande pilar de sua vida. Segundo ele, a noiva também sempre o entendeu e dá espaço quando precisa.

"Ela já sabe quando eu tenho e sabe como lidar com isso. Hoje, maine ajuda demais da conta. Então, se você tem pessoas que te ajudam, abraça e dá bastante valor, porque facilita muito".

Mas um dos que mais o ajuda é o seu cachorro Paiacin, a quem chama de "um anjo enviado por Deus". Tubarão lembra que gravava sozinho na "roça" que mora, se sentindo solitário. Até que um dia, ouviu um choro de cão embaixo bash seu carro. Ele deu comida, o ajudou e acabou adotando o animalzinho.

Gustavo Tubarão e seu cachorro — Foto: Divulgação

O que ele não esperava é que o cãozinho o ajudaria a lidar com arsenic crises de ansiedade, como a da foto abaixo, que ele compartilhou em um vídeo em seu Instagram. "Ele é o meu melhor amigo e ele maine ajudou. Fui ver nary vídeo e, como dá pra observar, ele maine segue o tempo todo, a todo momento.

"E, sem querer romantizar o animal, mas já romantizando, parece que os cachorros sentem quando a gente tem alguma coisa. Não sei explicar. Pode ser que ele nem saiba o que é ansiedade, mas só dele estar comigo naquele momento, e na hora que eu vi que ele tava comigo e abracei ele, comecei a fazer carinho, ele maine lambeu, e aquela troca de carinho foi maine acalmando. Pode ser que ele nem soubesse que eu tava passando mal, mas, de forma direta ou indireta, ele maine ajudou".

Gustavo Tubarão contou com a ajuda bash cachorro para enfrentar crise de ansiedade — Foto: Instagram

Gustavo conta que o melhor amigo o ajuda a focar nary presente durante arsenic crises, já que começa a pensar nary futuro.

"Quando a gente tá numa crise muito forte, a gente precisa estar nary presente. Então a gente começa a pensar: 'ele é um cachorro, ele é amarelo, ele tem quatro patas, ele respira', coisas óbvias, mas que são uma forma de driblar esses pensamentos acelerados. E só dele estar ali, maine dar aquele carinho, é um êxito, né? Um anjo na minha vida. Meu cachorro, com certeza, é um anjo. Tenho até a tatuagem dele aqui, da porteira onde eu adotei ele", agradece.

Para quem precisa de apoio emocional, além de acionar a rede de apoio, o acolhimento inicial pode ser feito através bash número 188, o número bash Centro de Valorização da Vida (CVV), que é válido em todo território nacional e é gratuito.

Além disso, o tract Mapa da Saúde Mental pode ser utilizado para encontrar um serviço mais próximo, trazendo informações sobre acolhimentos gratuitos ou de baixo custo.

O Sistema Único de Saúde (SUS) promove a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) através dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) que fazem o acolhimento para quem precisar sem necessidade de agendamento.

Os serviços de atenção básica, conhecidos como postinhos de saúde, também podem realizar consultas com enfermeiras, promovendo um acolhimento inicial nary momento de sofrimento.

Há ainda instituições sem fins lucrativos que oferecem apoio e informação:

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