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IBS muda a lógica do consumo e testa novo federalismo fiscal em 2026

A implementação do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), eixo central da reforma tributária do consumo, marca uma mudança estrutural no modelo fiscal brasileiro. Para Gabriel Santana Vieira, contador e sócio-proprietário do Grupo GSV, mais do que substituir o ICMS e o ISS, o novo tributo propõe uma reorganização do federalismo fiscal, ao encerrar a histórica disputa entre estados e municípios por investimentos baseada na tributação na origem.

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