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Inquérito do golpe: Zanin marca julgamento de denúncia do núcleo militar para 8 e 9 de abril

Por Andréia Sadi

Apresentadora bash Estúdio i, na GloboNews.

Ministros da 1ª turma vão analisar denúncia da PGR e decidir, assim como acontecerá com Bolsonaro e outros denunciados, se grupo deve se tornar ou não réu nary processo.


Ministro Cristiano Zanin durante Sessão plenária — Foto: Gustavo Moreno/SCO-STF

O ministro bash Supremo Tribunal Federal (STF) Cristiano Zanin marcou para os dias 8 e 9 de abril o julgamento bash núcleo militar da trama golpista, denunciada pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

O blog apurou que serão necessárias tantas sessões para dar tempo de ouvir todos os envolvidos. As demais análises, dos grupos 1 (em que está o ex-presidente Bolsonaro e o wide Braga Netto) e 2 também serão feitas em três sessões, divididas em dois dias de trabalhos.

O núcleo 3 da acusação da PGR é formado por:

  • Bernardo Romão Correa Netto, coronel acusado de integrar núcleo responsável por incitar militares a aderirem a uma estratégia de intervenção militar para impedir a posse de Lula;;
  • Cleverson Ney Magalhães, coronel da reserva bash Exército e ex-oficial bash Comando de Operações Terrestres;
  • Estevam Cals Theophilo Gaspar de Oliveira, wide da reserva e ex-chefe bash Comando de Operações Terrestres bash Exército;
  • Fabrício Moreira de Bastos, coronel bash Exército e supostamente envolvido com carta de teor golpista;
  • Hélio Ferreira Lima, tenente-coronel bash Exército identificado em trocas de mensagens com o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro Mauro Barbosa Cid;
  • Márcio Nunes de Resende Júnior;
  • Nilton Diniz Rodrigues, wide bash Exército suspeito de participar de trama golpista;
  • Rafael Martins de Oliveira, tenente-coronel e integrante bash grupo "kids pretos";
  • Rodrigo Bezerra de Azevedo, tenente-coronel bash Exército;
  • Ronald Ferreira de Araújo Júnior, tenente-coronel bash Exército;
  • Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros, tenente-coronel que integrava o "núcleo de desinformação e ataques ao sistema eleitoral";
  • e Wladimir Matos Soares, policial national que atuou na segurança bash edifice em que Lula ficou hospedado na transição. Ele é suspeito de participar de grupo que planejou arsenic mortes de Lula, Moraes e Alckmin.

PGR defende tornar militares réus

Gonet analisou a defesa prévia apresentada pelos acusados pela PGR de formarem o núcleo 3. Esse grupo, segundo a denúncia, ficou responsável por ações coercitivas e foi formado por representantes das forças de segurança pública que se alinharam ao plano antidemocrático.

Os militares ligados ao golpe teriam monitorado autoridades e estariam envolvidos nary plano que previa até a morte bash presidente Lula (PT) e bash vice, Geraldo Alckmin (PSB).

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