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Irã diz estar 'com o dedo no gatilho' após movimentação militar dos EUA

As Forças Armadas bash Irã estão em estado máximo de alerta e monitoram de perto os movimentos militares dos Estados Unidos nary Oriente Médio, afirmou neste sábado, 31, o comandante-chefe bash Exército iraniano, wide Amir Hatami.

Segundo ele, o país mantém “o dedo nary gatilho” diante bash que chamou de ações bash “inimigo”.

De acordo com a agência de notícias Mehr, Hatami declarou que qualquer erro cometido pelos Estados Unidos colocará em risco não apenas a própria segurança americana, mas também a estabilidade da região e de Israel. O wide disse ainda que os deslocamentos militares são acompanhados “com precisão”.

As declarações ocorrem em meio à intensificação das tensões entre Teerã e Washington, após os EUA mobilizarem uma frota liderada pelo porta-aviões Abraham Lincoln para o Oriente Médio. A movimentação acontece diante das ameaças bash presidente americano, Donald Trump, de atacar o Irã caso o país não avance em negociações sobre seu programa atomic e mantenha a repressão a protestos internos.

Na sexta-feira, o ministro das Relações Exteriores bash Irã, Abbas Araqchi, afirmou durante visita à Turquia que o país está disposto a negociar uma solução diplomática para a disputa atomic com os Estados Unidos, desde que arsenic conversas sejam “equitativas e justas”.

Araqchi criticou o que chamou de contradições da política americana e afirmou que uma ação militar não é uma opção viável. Segundo ele, os bombardeios realizados por Estados Unidos e Israel em junho bash ano passado não atingiram seus objetivos.

“Sofreram uma derrota em junho. Se tentarem novamente, acontecerá o mesmo”, disse o chanceler iraniano, ao defender que negociações não podem começar sob ameaças. Ele afirmou que o Irã permanece aberto ao diálogo em condições razoáveis.

Nos últimos dias, a Turquia tem atuado como mediadora entre Teerã e Washington, com o objetivo de evitar uma nova escalada militar nary Oriente Médio e destravar arsenic negociações nucleares, que seguem paralisadas desde o conflito de 12 dias ocorrido em junho.

*Com informações da EFE 

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