Segundo ONG, homens fizeram piadas em frente de casa e acabaram denunciados por vizinhos que apoiam o governo. Maduro foi capturado pelos EUA no sábado (3).
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Dois irmãos foram presos na Venezuela após darem tiros para o alto e comemorarem a captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos.
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As detenções ocorreram em meio ao estado de exceção em vigor no país, que prevê prisão para quem demonstrar apoio à operação americana que resultou na captura do ditador no sábado (3).
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Maduro e a mulher, foram levados para os EUA, onde respondem por acusações criminais.
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Segundo o advogado Gonzalo Himiob, da ONG Foro Penal, os dois homens foram detidos no dia 5 de janeiro e ainda aguardam apresentação à Justiça.

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As detenções ocorreram em meio ao estado de exceção em vigor no país, que prevê prisão para quem demonstrar apoio à operação americana que resultou na captura do ditador no sábado (3). Maduro e a mulher, foram levados para os EUA, onde respondem por acusações criminais.
Segundo o advogado Gonzalo Himiob, da ONG Foro Penal, os dois homens foram detidos no dia 5 de janeiro e ainda aguardam apresentação à Justiça. Ele afirmou que os irmãos têm mais de 60 anos, são agricultores e vivem em condições simples.
Ainda segundo Himiob, os irmãos dispararam tiros para o alto com armas comuns em propriedades rurais e fizeram piadas com vizinhos simpatizantes do governo, que acabaram denunciando o caso às autoridades.
Essas são as primeiras prisões oficialmente registradas por esse tipo de acusação desde que Delcy Rodríguez assumiu a presidência de forma interina, sob pressão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Até o momento, não houve registros de grandes manifestações públicas ou declarações de apoio à operação militar americana na Venezuela.
O clima no país é de temor desde os protestos contra a contestada reeleição de Maduro, em 2024, que terminaram com repressão e a prisão de mais de duas mil pessoas em 48 horas.
A ONG Foro Penal contabiliza atualmente 806 presos por motivos políticos na Venezuela, entre eles 175 militares.
Nicolás Maduro a bordo do navio USS Iwo Jima, em foto compartilhada por Trump. — Foto: REUTERS

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