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Jornalista dos EUA sequestrada no Iraque vai ser libertada, diz grupo armado iraquiano

O grupo armado iraquiano Kataib Hezbollah, alinhado ao Irã, afirmou nesta terça-feira (7) que vai libertar a jornalista americana sequestrada Shelly Kittleson, acrescentando que ela deve deixar o Iraque imediatamente. A informação foi divulgada pela Reuters.

Kittleson foi sequestrada há uma semana, em Bagdá, no Iraque. Autoridades iraquianas acreditam que a jornalista esteja sendo mantida em cativeiro na capital iraquiana. Um suspeito foi preso e interrogado.

Shelly Kittleson é jornalista freelancer (independente) e trabalhou por anos no Iraque e na Síria. Ela escreve para veículos como a rede britânica BBC e os sites Politico, dos Estados Unidos, e Al-Monitor, do Oriente Médio.

O que se sabe sobre o caso da jornalista sequestrada no Iraque

O que se sabe sobre o caso da jornalista sequestrada no Iraque

Um vídeo mostra o momento em que a jornalista americana Shelly Kittleson foi sequestrada em uma rua de Bagdá, no Iraque, na terça-feira (31). Nas imagens, ela aparece sendo levada por um carro prata, segundo autoridades iraquianas. Veja no vídeo abaixo.

Vídeo mostra momento em que jornalista é sequestrada no Iraque

Vídeo mostra momento em que jornalista é sequestrada no Iraque

As forças de segurança iraquianas prenderam um suspeito depois que o carro digirido por ele sofreu um acidente, mas outros sequestradores conseguiram escapar com a jornalista em um segundo carro.

Um oficial da inteligência iraquiana, que falou sob condição de anonimato, disse à agência de notícias Associated Press que as autoridades iraquianas acreditam que Shelly Kittleson esteja em um cativeiro em Bagdá.

Além disso, de acordo com autoridades americanas e iraquianas, Kittleson havia sido alertada sobre ameaças nos dias que antecederam o sequestro.

O oficial de inteligência iraquiano afirmou que, antes do sequestro de Kittleson, iraquianos entraram em contato com autoridades americanas para informá-las sobre uma ameaça específica de sequestro contra ela por milícias ligadas ao Irã.

Dylan Johnson, secretário de Estado adjunto dos EUA para assuntos públicos, disse na terça-feira que "o Departamento de Estado cumpriu anteriormente seu dever de alertar esse indivíduo sobre as ameaças contra ele".

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