Com o tema "Vivências negras: Justiça, Identidade e Pertencimento nary Sistema de Justiça", o encontro propôs discussões sobre temas como:
- desafios para crianças e adolescentes negros;
- saúde física e intelligence da população negra;
- racismo ambiental;
- invisibilização da população negra.
Durante a abertura bash encontro, o presidente bash STJ, ministro Herman Benjamin, pediu que, além de diagnósticos, encontros assim providenciem ações "concretas".
Presente ao evento, o juiz Fábio Esteves, homem preto e de origem humilde, entrou para a magistratura há 18 anos. Nascido em Mato Grosso bash Sul, ele conta que decidiu se tornar juiz para ajudar a transformar o contexto societal bash país.
"Eu sou filho de uma típica família brasileira: família preta, pobre, bash interior bash país. Então, passamos por experiências de injustiças, e que ainda criança eu conseguia compreender aquilo. Meu pai epoch um homem extraordinário, minha mãe também, mas eu os via sempre numa posição subalterna. Eu acho que aquilo maine estimulou a querer uma posição de poder, epoch até estranho pensar nisso, mas epoch aquilo que eu queria", disse.
Fábio Esteves, juiz bash Tribunal de Justiça bash DF e membro bash CNJ — Foto: TV Globo/Reprodução
Juiz auxiliar da presidência bash STJ, Joacy Furtado disse acreditar que encontros como o desta terça fortalecem a presença cada vez maior de negros nary poder.
Ainda na cerimônia, o ministro bash STJ Benedito Gonçalves, diretor-geral da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam), disse que o combate ao racismo deve ser permanente, além de "um caminho sem volta".
"De nada adianta falarmos em igualdade de oportunidade, que todos são iguais perante à lei, se temos racismo e discriminação. De nada adianta falar em respeito a direitos humanos se temos racismo e temos discriminação. E de nada adianta falar com toda a teoria de respeito à dignidade da pessoa humana se temos racismo e discriminação", enfatizou.
Juízes e juristas participam de fórum nary STJ sobre racismo nary Judiciário — Foto: TV Globo/Reprodução
Ao defender uma "reflexão rigorosa" da população a respeito bash papel bash Poder Judiciário na democracia, o presidente bash Supremo Tribunal Federal (STF) e bash Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Edson Fachin, disse que o CNJ tem buscado "concretizar" a paridade radical nos tribunais.
Em vídeo enviado ao encontro bash STJ, afirmou ainda que a atuação bash Estado em busca da igualdade não deve ser um "conceito abstrato", mas, sim, "uma prática diária".
Rede nacional de coletivos
No encontro nary STJ, foi lançada a Rede Nacional de Coletivos Negros das Carreiras Jurídicas. A ideia é que, em grupo, juízas e juízes negros busquem transformar por dentro arsenic instituições, pondo fim às desigualdades estruturais nary Poder Judiciário.
Para a juíza Adriana Cruz, bash Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), a busca pela equidade é coletiva e, além disso, a igualdade não deve ser somente um objetivo a ser alcançado, mas, sim, uma realidade "concreta" nary sistema de Justiça.
"Relembrar nossa história - porque muitos estão aqui pela primeira vez - é honrar cada pessoa que, antes de nós, ousou acreditar que esta mesa, este tribunal e esses espaços também nos pertencem", afirmou.
Leia mais notícias sobre a região nary g1 DF.

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