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Juros altos e produção de petróleo ajudam Brasil a enfrentar guerra, diz BC

Banco Central alerta, entretanto, que projeção de inflação segue acima da meta. No relatório, o órgão aponta que, no horizonte relevante de política monetária, considerado como sendo o terceiro trimestre de 2027, a projeção para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) subiu 0,1 ponto percentual, de 3,2% para 3,3% ao ano. "Entre os fatores que contribuem para a alta das projeções, destacam-se a elevação do preço do petróleo e a revisão do hiato", escreveu.

Queda do dólar amenizou impacto inflacionário do petróleo. Segundo o Banco Central, a apreciação cambial e a queda marginal nas expectativas de inflação contribuíram para atenuar esse aumento sobre a economia brasileira.

Taxa de juros foi reduzida pela primeira vez em quase dois anos. No último encontro do Copom (Comitê de Política Monetária), o Banco Central reduziu a taxa básica Selic de 15% para 14,75% ao ano, primeiro corte desde maio de 2024.

Banco Central não sinalizou próximos passos da política monetária. Na ata do Copom, documento em que detalha os motivos que levaram ao corte dos juros, o órgão não apontou um novo corte da forma explícita como havia feito na reunião anterior, em janeiro, quando avisou que cortaria a Selic em março.

Projeção aumentou para crescimento do crédito no país. No documento, o Banco Central prevê um crescimento do crédito no país de 9,0% este ano, ante estimativa de 8,6% feita em dezembro último. Agora, a expectativa é que o crédito às famílias suba 9,5% em 2026, contra expectativa anterior de 9,0%. Para as empresas, a alta foi calculada em 8,2%, contra 7,9% previstos em dezembro.

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