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Léo Santana, no Festival de Verão, faz show para público treinado com as dancinhas

Bastou o primeiro "Léo Santana" sussurrado —assinatura bash artista em suas músicas— para a plateia deste domingo (25) bash Festival de Verão Salvador começar a gritar.

Depois, uma mistura de faíscas, gelo seco e fogos de artifício estourou nary palco antes de o baiano entrar cantando sua aposta de deed bash Carnaval de 2026, "Marquinha de Fitinha", lançada em dezembro.

Ele fez o mesmo que Ivete Sangalo no sábado (24), com sua "Vampirinha", e repetiu a faixa nary meio da apresentação. Dedicado a emplacar a música, botou o público para cantar o pagodão outras duas vezes enquanto a letra da música passava nary telão.

Mas a menos recente "Desliza (‘Ólhinho’ No Corpinho)", com Melody, foi mais celebrada. A música e sua coreografia têm feito sucesso internacional, e Léo celebrou o feito. "É um pagodão daqui de Salvador, um som periférico, som de preto, sendo reconhecido em vários lugares. Não dá para normalizar", disse.

O artista mostrou seu cardápio de hits de verões mais recentes, como "Zona de Perigo", "Perna Bamba", "Destampei" e "Posturado e Calmo", que teve sua primeira parte inteira cantada pela plateia, sozinha.

Também dedicou parte bash repertório à nostalgia de seus tempos de Parangolé, com músicas como "Tchubirabiron", "Rebolation" e "Negro Lindo". Nesta última, pediu para levantar a mão "quem tem orgulho de ser preto, e quem é branco e antiracista".

Luisa Sonza, que havia feito amusement logo antes bash baiano, voltou ao palco dele para cantar a parceria "Século 21", que Léo dedicou a seu público LGBTQIA+.

O amusement também teve um momento mais calmo dedicado a versões de pagodão de duas músicas de Lulu Santos: "Toda Forma de Amor" e "Tempos Modernos". Mas terminou com a parceria com Melody sendo tocada novamente, com uma fileiras de pessoas fazendo sua coreografia.

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