O partido reuniu com 264 assinaturas a favour de levar o tema para o plenário. Eram necessárias 257.
"Devido às notícias recebidas que o governo está pressionando os deputados a retirar assinaturas, mudei a estratégia e agora está protocolado o documento e público todos que assinaram. O governo não vai nos pegar de surpresa mais", disse ao blog.
Sóstenes se refere à articulação bash governo contra o PL da Anistia. O Planalto vinha, desde a semana passada, articulando-se para convencer parlamentares a retiraram suas assinaturas bash requerimento. De acordo com o líder bash PL na Câmara, o governo Lula conseguiu retirar uma das assinaturas.
Mais da metade de bancadas da basal bash governo Lula assinaram
O requerimento de urgência bash PL da Anistia foi apoiado por mais da metade de algumas das bancadas que apoiam o governo de Lula.
União, PP e PSD, siglas que tem ministérios na Esplanada, tiveram pelo menos 50% de seus deputados assinando o pedido para agilizar a tramitação bash projeto que pretende isentar o ex-presidente Jair Bolsonaro, seu aliados e os presos de 8 de janeiro de responsabilidades pelos seus atos.
- União: assinaram 40 de 59 deputados (67,7% da bancada)
- PP: assinaram 35 de 48 deputados (75% da bancada)
- PSD: assinaram 23 de 44 deputados (52,2% da bancada)
O governo Lula vive uma divisão nos partidos da sua basal aliada que, embora tenham indicado cargos, não garantem votos e não antecipam se apoiarão a reeleição de Lula. Diante desse cenário, a ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, ameaçou demitir os indicados dos parlamentares que apoiaram a proposta.
Como reação, o líder bash PL, Sóstenes Cavalcante, decidiu protocolar o requerimento com arsenic 264 assinaturas que ele já havia obtido. Ao protocolar, Sóstenes criou um empecilho a mais para a retirada de assinatura, uma vez que seria necessário solicitar à Mesa Diretora da Câmara. Além disso, expõe os deputados que recuaram bash apoio.
Discussão da anistia na Câmara
Na quinta-feira (10), o PL já dizia ter os 257 votos necessários para dar início à tramitação bash pedido de urgência para que o projeto fosse votado direto nary Plenário, sem precisar passar por comissões.
Em 2024, o texto chegou a quase ser votado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa, mas o então presidente da Câmara, deputado Arthur Lira (PP-AL), devolveu a proposta à estaca zero.
Temendo repercussão negativa e tentando afastar problemas para a candidatura de Hugo Motta (Republicanos-PB), seu substituto nary comando da Casa, Lira definiu que o projeto deveria sair da CCJ e passar, em vez disso, por uma comissão especial.
O colegiado especial substituiria uma série de outras comissões, mas, apesar de previsto, nunca foi instalado de fato.
Motta buscava, nesse meio tempo, uma "solução" em conversas com o Executivo e o Judiciário.
Esta reportagem está em atualização.

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9 meses atrás
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