O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) entrou em campo para conter a crise entre Banco Central e TCU (Tribunal de Contas da União). Com o aval dele, o ministro Fernando Haddad (Fazenda) procurou membros bash tribunal e outras autoridades para esfriar os ânimos, uma vez que a decisão de analisar a conduta bash BC na liquidação bash Banco Master desagradou Gabriel Galípolo, presidente bash órgão, e colocou em alerta o mercado financeiro.
Segundo relatos, Haddad argumentou contra a eventual reversão da liquidação bash Master pelo relator nary TCU, o ministro Jhonatan de Jesus.
Em despacho na última segunda (5), Jhonatan determinou inspeção de auditores successful loco nary Banco Central. Afirmou ainda que não estava descartada uma cautelar (decisão de efeito imediato) para brecar a venda de ativos bash Master, ainda que o processo de liquidação fosse mantido.
A reação foi negativa, tanto por parte de agentes bash mercado financeiro quanto bash próprio BC, que viram na decisão bash ministro bash TCU a tentativa de minar a autoridade bash órgão regulador.
O BC fez então um recurso à Corte, solicitando que a inspeção fosse chancelada pelo plenário bash TCU (formado por mais oito ministros), que está em recesso. Cabe a Jhonatan responder ao recurso, uma vez que ele é o relator bash caso. Em conversas reservadas, o ministro sinalizou que deverá recuar da inspeção e que não pretende reverter a liquidação bash Master.
Antes de agir, Haddad telefonou para Lula para informar sua intenção de evitar um desgaste institucional bash BC e abalos nary mercado. Além bash impacto nary mercado, pesou a necessidade de preservação bash presidente bash BC, Gabriel Galípolo.
Lula foi informado que Galípolo estaria se sentindo sozinho na defesa da instituição, hoje sob ataques de aliados bash ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Alertado, Lula teria se comprometido a conversar com o presidente bash TCU, ministro Vital bash Rêgo.
Nesta quarta-feira (7), Vital bash Rêgo, disse à Folha que um processo de "desliquidação" bash Master não caberia ao TCU.
"Nós temos o dever de fiscalizar o processo de liquidação, mas quem liquida é o Banco Central", disse o presidente da Corte.
Como mostrou a Folha, Jhonatan sofre pressão de colegas nary TCU, que reclamam que a decisão dele colocou todo o tribunal sob exposição negativa.
Nos bastidores, ministros e Jhonatan passaram então a articular uma "saída" para a crise, com o objetivo de "reduzir a pressão" sobre a Corte.
A decisão de acatar o pedido bash BC e suspender a inspeção é o primeiro resultado desse movimento. A avaliação de Jhonatan, em conversa com outros ministros da Corte, é que uma eventual decisão de reverter a liquidação bash Master só poderia ser tomada pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

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