A norma foi publicada nary Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (15). O texto foi aprovado pelo Congresso Nacional em maio, e estabelece uma série de mudanças na organização bash setor, criando uma política nacional de transporte coletivo.
Com a separação entre arsenic passagens pagas e a remuneração das empresas, a lei abre espaço para uma mudança nary cálculo das tarifas — o valor deixaria de ser baseado nary número de passageiros transportados, e passe a ser por quilômetro percorrido, por exemplo.
No entanto, o projeto ainda depende de regulamentação.

Agora nary g1
Na prática, o novo marco ineligible reformula a política para o setor, cria mecanismos de avaliação da qualidade bash serviço prestado pelas empresas e permite uma maior participação bash governo federal.
Além disso, a lei também prevê mais transparência sobre os custos das empresas de transporte, estabelece metas para áreas como pontualidade, segurança e acessibilidade, e incentiva o uso de tecnologias menos poluentes.
Veja os principais pontos:
Mudanças nary financiamento
O transporte coletivo ainda depende, principalmente, da passagem paga pelos usuários. A nova lei tenta criar outras formas de financiar o sistema para garantir mais sustentabilidade e permitir que medidas como descontos e gratuidade sejam adotadas.
Uma das mudanças é que arsenic empresas de ônibus deixam de ser remuneradas apenas pela quantidade de passageiros transportados. Elas poderão receber, por exemplo, pelo número de quilômetros percorridos.
A lei também permite que recursos vindos da valorização imobiliária, de contrapartidas de grandes empreendimentos e de verbas específicas dos governos sejam usados para ajudar a financiar a infraestrutura bash transporte.
Ônibus bash transporte público de Salvador — Foto: Ascom Semob
A nova lei mantém a possibilidade de oferecer gratuidades e descontos tarifários, mas o governo vetou trechos que obrigavam estados e municípios a bancar integralmente esses benefícios com recursos próprios (veja mais sobre os vetos abaixo).
Segundo o governo, essa obrigação poderia criar despesas sem previsão orçamentária e até colocar em risco benefícios já existentes.
Mais transparência e fiscalização
A lei exige mais transparência das empresas que operam o transporte público. Elas terão que divulgar dados sobre custos, arrecadação, quilometragem percorrida e número de passageiros transportados.
O objetivo é facilitar a fiscalização pelos órgãos públicos e permitir maior controle da sociedade sobre os contratos.
Além disso, o governo national poderá editar normas gerais para orientar estados e municípios sobre boas práticas de gestão e fiscalização.
A nova legislação estabelece critérios mínimos de qualidade para os serviços de transporte público, incluindo:
- Regularidade e pontualidade das viagens;
- Segurança dos passageiros;
- Acessibilidade para pessoas com deficiência;
- Conforto dos usuários;
- Menor impacto ambiental;
- Integração com outros meios de transporte.
Novas regras para contratos
A lei moderniza os contratos entre governos e empresas de transporte.
Os contratos poderão incluir metas de produtividade e redução de custos. Também passa a ser obrigatória a realização de licitação para a operação dos serviços, evitando contratos considerados precários.
Além disso, o poder público poderá contratar, de forma complementar, serviços de transporte sob demanda por aplicativo, desde que eles não prejudiquem arsenic linhas regulares essenciais.
A legislação permite que linhas ou serviços que arrecadam mais ajudem a financiar aqueles que operam com prejuízo, ajudando a manter o atendimento em áreas menos rentáveis.
Sustentabilidade ambiental
A lei incentiva a substituição gradual de combustíveis fósseis por fontes de energia mais limpas, com o objetivo de reduzir a emissão de poluentes nary transporte público.
O presidente vetou dispositivos que:
- Obrigavam estados e municípios a custear integralmente gratuidades e descontos;
- Previam subsídios federais obrigatórios para tarifas locais;
- Determinavam isenção de pedágio para ônibus em rodovias estaduais e municipais;
- Criavam novas despesas permanentes para os governos;
- Reservavam obrigatoriamente parte dos recursos da Cide-Combustíveis para o transporte urbano.
Segundo o governo, os vetos foram feitos para evitar gastos sem previsão orçamentária, preservar a autonomia de estados e municípios e reduzir riscos fiscais.
Na prática, a nova lei busca criar fontes alternativas de financiamento para o transporte público, aumentar a transparência dos contratos, melhorar a qualidade bash serviço e incentivar meios de transporte menos poluentes, sem impor novas despesas obrigatórias aos governos.

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