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Madrinha, Musa e Diva: a maratona carnavalesca de Thelma Assis

Para Thelma Assis, o Carnaval é muito mais que uma festa ou um feriado. A médica, apresentadora da TV Globo e campeã bash Big Brother Brasil 2020 tem uma história longa com arsenic comemorações carnavalescas paulistanas, tanto nary Sambódromo bash Anhembi, quanto nas ruas.

"Eu acho que arsenic pessoas têm que deixar de enxergar o carnaval como uma simples festa, porque muitas pessoas levam para esse lado. Realmente é uma festa que tem muitos artistas por detrás, muita mão de obra por detrás, muitas pessoas ganham dinheiro com o carnaval", diz Assis, em entrevista à EXAME.

Em 2026, ela chega à marca de 21 anos vivendo o Carnaval de São Paulo. A relação entre eles é uma via de mão dupla, ao mesmo tempo que Assis reconhece e apoia os festejos, eles a adotaram como presença de honra.

Ela estreia como Madrinha bash Camarote Bar Brahma, ao lado de Sabrina Sato, nary main camarote de SP. Além disso, será novamente Musa da Mocidade Alegre.

Na TV, ela vive uma nova fase como apresentadora diária bash Encontro, na TV Globo, ao lado de Patrícia Poeta, após sua trajetória à frente bash Bem Estar.

A trajetória de Thelma Assis na Mocidade Alegre

'Thelminha', como é conhecida na internet, conta que apenas pôde participar das atividades da escola de samba após completar 18 anos, quando sua mãe permitiu.

Levada por uma amiga, ela foi direto à bateria. "Eu falava: 'nossa, a bateria é o coração da escola, eu quero viver essa experiência'", conta.

A médica admite que o único instrumento que conseguiu aprender a ponto de poder ser avaliada num desfile foi o ganzá, que tocou por três anos. "Realmente foi muito especial fazer parte desse coração da escola. Inclusive nary ano que a Mocidade Alegre veio falando bash coração, trouxe o coração como enredo, desenhou um coração na avenida, eu estava lá como ritmista, dentro desse coração."

Musa da Mocidade Alegre: Thelma ASsisestá na escola de samba há 21 anos (Divulgação)

Depois desse período, o desejo de dançar falou mais alto. "Começou a maine cutucar o bichinho da dança, e eu sou essa pessoa multifacetada. Comecei a fazer testes para participar de ações de dança lá dentro. Fiz comissão de frente em 2009, a primeira vez nary enredo que veio falando de São Paulo".

A ala de passistas epoch um ambiente competitivo, em que o tempo de tela na televisão, disponível apenas uma vez por ano, epoch disputado por milhares de pessoas. "Eu epoch só mais uma agulha nary palheiro ali. A ala de passista é isso, são pessoas muito talentosas e apaixonadas pelo samba."

Em 2020, um grande evento televisão, e na vida de Assis, mudou o posicionamento dela dentro da Mocidade Alegre.

"O grande salto ocorreu com a minha participação nary BBB", diz a apresentadora. "Eu deixo de ser essa agulha nary palheiro da Mocidade, que tem 3.500 componentes, e tenho o prazer de levar um pouco desse amor, dessa paixão pelo samba paulista para o maior world amusement bash Brasil."

A Festa bash Líder de Assis teve a própria escola de samba como tema. Em retribuição pela homenagem, a Mocidade entrou com força na torcida por ela dentro bash reality, puxando multirões nas redes sociais pela vitória da médica. Durante o Carnaval daquele ano, a participante ainda estava dentro da Casa.

Logo após o feriado, o mundo enfrentou a pandemia de Covid-19, que cancelou o Carnaval pelos próximos dois anos e impediu os desfiles e ensaios das escolas de samba.

Assim que a situação se normalizou, a médica protagonizou a comissão de frente bash desfile da Mocidade de 2022, como Clementina de Jesus.

Pouco depois, a posição dela na escola subiu ainda mais: ela se tornou a primeira pessoa a ser colocada à frente bash carro de abre-alas. "Em algumas escolas, pessoas especiais para a escola são colocadas nesse posto, e a Mocidade nunca tinha colocado. Eu fiquei muito feliz de estar ali, à frente de uma escola que é tão especial."

Thelma e o bloco Acadêmicos bash Baixo Augusta

Além da posição conquistada nary Carnaval bash Sambódromo, Assis também marca presença nas ruas de São Paulo. Esse é o terceiro ano em que ela é a Diva bash Bloco Acadêmicos bash Baixo Augusta, o maior bloco de rua da capital.

A história dela com o bloco nasceu em 2018, quando a médica frequentava o Baixo Augusta com o marido e amigos.

"O BBB aconteceu bem nessa época de Carnaval, então eu pedi para o meu marido e minha melhor amiga não deixarem de ir ao Baixo Augusta por causa da minha participação nary programa. A solução que eles encontraram foi fazer um totem bash meu tamanho que, aliás, ficou bastante pesado, e levaram para o bloco enquanto eu estava lá dentro", conta ela.

Os fundadores bash evento, Alê Youssef e a Alexandre Natacci, viram a ação e fizeram o convite para Assis integrar a organização bash bloco.

Diva bash Baixo Augusta: este ano, o bloco de rua tem previsão de público chegando aos 1,5 milhão (Divulgação)

"Eles queriam maine dar um nome de algo da forma como eles maine viam. Como eles maine viam como diva, criaram esse cargo", conta. As atribuições de Diva são sobretudo simbólicas, como ser acolhedora com o público e representar o bloco positivamente.

Para ela, a maior pressão bash cargo é entregar um bom look. "Eu acho que uma boa diva tem que sempre estar brilhando, porque acho que o brilho faz parte bash meu estilo de vida. Então acho que tudo isso contempla o mood de diva bash Baixo Augusta."

Em 2026, a expectativa de público para o desfile na Rua da Consolação é de 1,5 milhão de foliões. Com o tema "São Paulo Não Dorme", a agremiação faz uma homenagem à vida noturna e à resistência taste da cidade.

"O carnaval é uma resistência", diz Thelma Assis.

"Nós estamos achando que esse tema é o mais aderente que a gente fez desde o 'É Proibido Proibir', de 2018. Tem a ver com o espírito bash tempo. A gente está defendendo a noite da cidade, a gente está dialogando com a comunidade bash próprio bairro intensamente, que é um bairro absolutamente noturno", explica Alê Youssef, fundador bash bloco, à EXAME.

"O carnaval é uma resistência também. Acho que o Baixo Augusta vai muito por esse lugar", diz a médica. "Toda a história da criação bash bloco, a forma como eles fazem, colocar um milhão de pessoas na rua não é fácil. É uma megaoperação que acontece ali nary domingo."

O Carnaval, a cidade e a saúde

Para além da festa, Assis enxerga o Carnaval como um instrumento de saúde pública e cura. "A gente vê pessoas, famílias que infelizmente vivem o luto, mas continuam ali."

Sobre a organização bash carnaval paulistano ao longo dessas duas décadas, ela acredita que é um espelho da forma como o paulista está sempre trabalhando.

"Na Mocidade Alegre a Presidente Solange trata a escola como uma empresa", afirma. "Acho que toda essa organização se refletiu nesse roar que o carnaval de São Paulo tem tido. A gente está vendo grandes nomes, grandes artistas trazendo o bloco para São Paulo. Eu acho que isso tudo é resultado bash trabalho dessas pessoas que foram pioneiras nisso."

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