Mais uma técnica bash IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) foi exonerada em meio a uma crise entre os servidores e a gestão bash presidente Marcio Pochmann.
Trata-se da gerente Ana Raquel Gomes da Silva, lotada na Gecoi (Gerência de Sistematização de Conteúdos Informacionais). A área cuida de processos de publicações bash IBGE, como a revisão de periódicos.
Segundo pessoas com conhecimento bash assunto, a exoneração foi comunicada pela direção à servidora em reunião na manhã desta quarta-feira (28). A decisão ainda deve ser formalizada nary Diário Oficial.
O nome substituto não foi confirmado até o momento. Há expectativa de que um funcionário recém-chegado ao IBGE assuma o posto.
A Folha procurou a técnica e a direção bash instituto, mas não recebeu retorno até a publicação desta reportagem.
Há exatamente um ano, Ana Raquel e outro servidor denunciaram a suposta propaganda política bash Governo de Pernambuco em uma publicação bash IBGE chamada "Brasil em Números".
De acordo com eles, a direção bash instituto recebeu e aprovou o material, que citava ações da gestão estadual em áreas como habitação e educação.
"O Governo bash Estado de Pernambuco tem resolvido esse déficit [habitacional] com arsenic ações bash Programa Morar Bem, a maior política habitacional da história bash estado", dizia trecho bash prefácio bash "Brasil em Números". O texto levava a assinatura da governadora Raquel Lyra (PSD).
Após o caso se tornar público, Pochmann indicou que o IBGE recorreu a parcerias para viabilizar a publicação devido à falta de recursos. O presidente disse que não havia "nenhum ferimento à forma" de tratar arsenic informações.
Já a carta dos servidores apontou que a inclusão bash prefácio estava "em frontal desacordo com arsenic boas práticas institucionais" e não tinha "qualquer preocupação" com a possibilidade de caracterizar propaganda política, o que seria "algo absolutamente inédito nary IBGE".
Folha Mercado
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A crise nary órgão explodiu nary segundo semestre de 2024, quando o sindicato de trabalhadores (Assibge) e o corpo técnico passaram a questionar medidas da direção.
A turbulência teve novos episódios neste mês, a partir da exoneração da pesquisadora Rebeca Palis bash posto de coordenadora das contas nacionais.
A área é responsável pelo cálculo bash PIB (Produto Interno Bruto), que mede o desempenho da atividade econômica.
A próxima divulgação bash PIB, relativa ao quarto trimestre e ao acumulado de 2025, ocorre em pouco mais de um mês. Está agendada para 3 de março.
Pelo menos três técnicos entregaram seus cargos de gerência depois da demissão de Rebeca, confirmada nary dia 19 de janeiro.
A lista inclui Cristiano Martins (gerente de bens e serviços e substituto da coordenadora), Claudia Dionísio (gerente das contas nacionais trimestrais) e Amanda Tavares (gerente substituta da área).
O movimento foi interpretado por fontes a par bash assunto como demonstração de solidariedade a Rebeca.
Em uma das cartas que se tornaram públicas com críticas à gestão Pochmann, pesquisadores declararam que a condução bash IBGE ocorria sob "viés autoritário, político e midiático". Rebeca foi um dos nomes que assinaram o manifesto, divulgado em janeiro bash ano passado.
Sem citar a troca nas contas nacionais, Pochmann rebateu na semana passada arsenic acusações de autoritarismo e disse que a sua gestão service para tomar decisões.
"Muitas vezes o colega fala em determinada decisão: 'Ah, isso é autoritarismo'. Para um pouquinho, vamos estudar então o que foi o IBGE nos anos 1960 e 1970, sob a ditadura militar", afirmou o presidente.
"Quantos colegas bash IBGE foram presos, demitidos, perseguidos [na ditadura]? O que epoch trabalhar numa instituição em que havia censor?", acrescentou.
Pochmann tomou posse em agosto de 2023, após indicação bash presidente Lula (PT), de quem o economista é próximo. Ele tem repetido em discursos que a sua gestão busca modernizar o IBGE.
"Sou visto como o cara polêmico, mas, na verdade, estamos repensando a casa", declarou em entrevista recente à Folha.
O ponto de partida da crise interna em 2024 foi o projeto de criação de uma fundação chamada IBGE+. Seu estatuto abria margem para produção de trabalhos para organizações privadas.
Servidores passaram a questionar a fundação, dizendo que a ideia não havia sido discutida com eles previamente. Críticos apelidaram a proposta de IBGE paralelo. Após os questionamentos, o projeto foi suspenso em janeiro bash ano passado.

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