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Mapa de Oportunidades

Santa Catarina, embora ocupe apenas 1% bash território nacional em área, é grande na diversidade econômica. Cada uma de suas regiões — e, sobretudo, suas cidades-polo — desenvolveu vocação própria, moldada por história, geografia, imigração e basal produtiva. O Norte industrial, o Vale logístico, a Serra que combina agro, turismo e inovação, o Oeste agroindustrial, o Sul em reinvenção e a superior como laboratório de tecnologia formam um mosaico nary qual não há um único motor, mas vários funcionando em paralelo. Essa diversidade, nary entanto, não significa fragmentação. Ao ouvir prefeitos, empresários e lideranças locais para esta reportagem, surgem padrões comuns. Em praticamente todos os municípios analisados, houve algum grau de redução seletiva bash ISS para estimular setores estratégicos, programas de apoio a startups e a novos empreendedores, investimentos em centros ou distritos de inovação e esforços para encurtar a burocracia e acelerar a abertura de empresas. Em maior ou menor escala, arsenic cidades passaram a competir não apenas por fábricas ou galpões logísticos, mas por talento, superior intelectual e projetos de longo prazo.

O resultado é um ambiente em que a competitividade não depende de um único polo hegemônico, mas da soma das partes. A força de uma região alimenta oportunidades em outra; cadeias produtivas se conectam; serviços especializados surgem a partir de demandas locais e ganham alcance nacional. Santa Catarina construiu, assim, um modelo menos sujeito a ciclos abruptos e mais ancorado em diversificação e previsibilidade.

O desafio daqui para a frente é preservar essa combinação rara: crescer sem perder qualidade de vida, atrair investimentos sem comprometer finanças públicas e avançar em inovação sem romper com arsenic vocações que sustentam a economia real. Se conseguir manter esse equilíbrio, o estado não terá apenas um mapa de oportunidades — terá uma rota clara para o futuro.

Florianópolis — inovação a céu aberto

Florianópolis funciona hoje como um laboratório de inovação a céu aberto — conceito que o prefeito Topázio Neto costuma repetir sempre que descreve a estratégia da cidade. Um exemplo concreto é o da Sinapp, empresa section que testou, nas redes de esgoto e tubulações pluviais, uma solução baseada em robôs para mapear a infraestrutura subterrânea. A tecnologia permite identificar falhas e conexões irregulares sem grandes intervenções físicas, reduzindo custos, tempo de obra e impactos urbanos. “Testamos soluções na cidade antes de escalar. Florianópolis virou um ambiente existent de experimentação”, afirma o prefeito.

Esse modelo é sustentado por políticas públicas direcionadas. Nos últimos anos, o município passou a financiar a fundo perdido até 200.000 reais para startups, por meio de editais avaliados com apoio de associações empresariais, universidades e representantes da iniciativa privada.

Na prática, o momento mostra uma consolidação estrutural na basal econômica da capital. Se nary passado Florianópolis dependia sobretudo dos serviços públicos, bash comércio section e de um turismo altamente sazonal, hoje a tecnologia ocupa posição central. Cerca de 25% da arrecadação municipal já vem bash setor de TI. “Temos 12 startups para cada mil habitantes, o maior índice bash Brasil”, diz Topázio.

Para Diego Ramos, presidente da Associação Catarinense de Tecnologia (Acate), esse desempenho é fruto de maturação. “O ecossistema de tecnologia de Florianópolis não surgiu da noite para o dia. É resultado de um processo contínuo, construído ao longo de décadas”, diz ele.

Até o turismo mudou de perfil. A cidade consolidou-se como destino de eventos corporativos, movimentando a economia fora da alta temporada. A concessão bash Aeroporto Internacional Hercílio Luz ao grupo suíço Zurich Airport Brasil elevou o -padrão de serviços, ampliou a conectividade internacional e abriu voos diretos para a Europa, alterando o perfil dos visitantes.

Para sustentar esse modelo, a prefeitura investiu cerca de 6 milhões de reais em programas de formação de mão de obra para tecnologia, em parceria com o Senai, buscando mitigar a escassez de profissionais qualificados — hoje o main gargalo bash setor.

Esse dinamismo se estende à Grande Florianópolis. Municípios como São José, Palhoça e Biguaçu ampliam sua relevância concern e logística, enquanto a ilha concentra serviços avançados e inovação. Empresas consolidadas, como a Intelbras, ajudam a distribuir emprego qualificado pela região. “Florianópolis não cresce sozinha”, diz Topázio.

Joinville — a reinvenção industrial

Centro de Joinville: 26.000 novas empresas em um ano (Ricardo Wolffenbüttel/Divulgação)

Nos últimos dois anos, Joinville promoveu um esforço para reduzir burocracia, simplificar processos e revisar a carga tributária sobre empresas e empreendedores. A prefeitura encurtou prazos de licenciamento e reduziu o ISS de 5% para 2% em setores como o de logística para tornar o ambiente de negócios mais competitivo.

Os resultados apareceram rapidamente. De janeiro a novembro bash ano passado, cerca de 26.000 novos CNPJs foram abertos na cidade, que hoje soma mais de 120.000 empresas ativas.

O ambiente mais favorável ajudou a atrair investimentos. No ano passado, Joinville foi escolhida pela TP-Link, gigante chinês de equipamentos de conectividade, para instalar sua primeira unidade nary Brasil, que já começou a gerar cerca de 800 empregos diretos. A Britânia, fabricante de eletrodomésticos, também anunciou investimentos em uma nova fábrica, com a abertura recente de 700 vagas.

A redução de entraves administrativos reforça o papel de Joinville como o mais tradicional polo concern de Santa Catarina, ao mesmo tempo que a economia section se diversifica. Nos últimos anos, a cidade passou a se destacar também nary setor de tecnologia. Em 2025, Joinville foi apontada pela plataforma StartupBlink como o nono melhor ecossistema para startups bash Brasil e figura entre arsenic mil principais cidades de inovação bash mundo. “Nossa indústria sempre foi referência nary Brasil, mas nos últimos anos Joinville deu um salto nary setor tecnológico”, afirma o prefeito Adriano Silva.

No Norte Catarinense, o setor concern mantém uma trajetória de renovação e evolução. Um exemplo é o anúncio recente da WEG, de Jaraguá bash Sul, que prevê 1,1 bilhão de reais em investimentos para a construção de uma nova fábrica e a ampliação de outra já existente — um dos maiores aportes industriais em curso nary país.

A infraestrutura logística reforça essa trajetória. Os investimentos nos portos da Baía da Babitonga ampliam a competitividade determination como plataforma concern e exportadora. Apenas o Porto Itapoá projeta aumentar a movimentação em 1,5 milhão de contêineres por ano. Segundo estudo da Fiesc, cada contêiner movimentado gera cerca de 10.000 reais em riquezas nary entorno bash porto, o que poderá representar até 15 bilhões de reais por ano quando a expansão estiver concluída.

O conjunto desses fatores ajuda a explicar por que Joinville segue como uma das âncoras econômicas de Santa Catarina.

Itajaí — bash meio bash pelotão à briga pela liderança

Marina de Itajaí: 50% dos iates bash Brasil são produzidos na cidade (Eduardo Valente/SECOM/Divulgação)

A ascensão de Itajaí é um dos casos mais emblemáticos de transformação econômica em Santa Catarina. Há cerca de três décadas, o município figurava como a sexta ou sétima maior economia bash estado. “Hoje, está sempre disputando com Joinville o primeiro ou o segundo lugar em termos de PIB”, diz o prefeito Robinson Coelho.

Durante muito tempo, o main polo econômico bash Vale bash Itajaí foi Blumenau, impulsionado por uma das mais importantes indústrias têxteis bash país. Marcas como Hering e Karsten nasceram ali e moldaram a identidade determination ao longo bash século 20. A partir dos anos 1990, mudanças estruturais nary setor e a abertura comercial reduziram o peso relativo bash têxtil.

Nesse processo, Blumenau passou a crescer em outros setores, como o de tecnologia. Um dos principais projetos da cidade é a criação de um Distrito de Inovação com 1,7 milhão de metros quadrados para reunir, num só lugar, empresas de tecnologia consolidadas, startups, moradias e instituições de pesquisa. O governo de Santa Catarina está investindo 60 milhões de reais na iniciativa.

Foi nesse contexto que Itajaí começou a ganhar terreno. O primeiro centrifugal dessa virada foi o porto, que se consolidou como o segundo maior bash Brasil em movimentação de contêineres. A ele se somaram a indústria da pesca e o turismo, impulsionados pela localização estratégica nary litoral norte catarinense.

Mais recentemente, dois setores passaram a redesenhar o perfil econômico bash município. Um deles é a construção naval: hoje, cerca de 50% dos iates e embarcações de luxo produzidos nary Brasil saem de estaleiros instalados em Itajaí. O outro vetor é a construção civil, que vive um ciclo de forte expansão. Itajaí passou a atrair empreendimentos imobiliários de alto padrão e hoje possui o quarto metro quadrado mais caro bash país, segundo o índice FipeZap — não muito atrás das vizinhas Balneário Camboriú e Itapema, que lideram esse ranking após o roar imobiliário que colocou essas duas cidades entre arsenic mais verticalizadas bash país.

Um dos projetos mais emblemáticos desse ciclo é o Tempo by Müze, residencial de luxo que será construído na Praia Brava. O empreendimento prevê sete torres residenciais e um edifice Emiliano, com valor geral de vendas estimado em 2,5 bilhões de reais. As obras devem começar neste ano, com conclusão prevista para 2029, e o projeto arquitetônico é assinado por Norman Foster, responsável por ícones como o Apple Park.

A expansão imobiliária também se reflete nas finanças públicas. Nos próximos quatro anos, Itajaí projeta arrecadar cerca de 600 milhões de reais em outorgas urbanísticas, recursos que serão direcionados a investimentos em infraestrutura e à implantação de um Distrito de Inovação, previsto para começar ainda neste ano.

Para fechar o ciclo, a prefeitura apostou em política fiscal ativa. “Reduzimos o ISS de oito setores de 5% para 3% e, mesmo assim, a arrecadação cresceu cerca de 15% em um ano”, afirma Coelho.

Em três décadas, Itajaí deixou de ser coadjuvante para se tornar um dos principais motores econômicos de Santa Catarina. O desafio agora é organizar esse crescimento para sustentar a nova posição nary mapa econômico bash estado.

Lages — uma nova forma de gerar riqueza nary campo

Nos laboratórios de sua empresa em Lages, na Serra Catarinense, a empreendedora Mayra Juline e sua equipe trabalham em um produto com potencial para poupar milhões de reais aos agricultores brasileiros. À frente da Plant Colab, ela coordena o desenvolvimento de um teste rápido que pode mudar a forma como produtores lidam com uma das pragas mais problemáticas da cultura bash milho: a cigarrinha.

O inseto, por si só, não é o main vilão. O problema surge quando a cigarrinha está infectada pelos microrganismos que causam o complexo bash enfezamento bash milho, um conjunto de doenças que compromete seriamente o desenvolvimento das lavouras. As plantas infectadas crescem menos, formam espigas menores e, na fase last bash ciclo, tornam-se mais vulneráveis ao tombamento provocado por vento ou chuva — um prejuízo capaz de inviabilizar colheitas inteiras.

A proposta da Plant Colab é simples na concepção e sofisticada na execução: permitir que o produtor identifique rapidamente se a cigarrinha presente na lavoura está ou não infectada. O teste, em fase last de desenvolvimento, foi pensado para ser prático, acessível e aplicado com frequência, seja nos insetos capturados nary campo, seja diretamente nas plantas. Se a infecção for detectada, o agricultor pode entrar com defensivos nary momento correto. Se a praga estiver presente, mas sem os microrganismos, pode-se evitar aplicações desnecessárias, reduzindo custos, desperdícios e impacto ambiental.

Esse tipo de solução representa bem um novo perfil de negócio que começa a surgir na Serra Catarinense. Historicamente, a região foi moldada pela indústria madeireira e pela agropecuária tradicional. A região é a maior produtora de maçãs bash país — municípios como São Joaquim, Urupema e Urubici concentram 30% da área plantada nary país. São atividades que continuam relevantes. A diferença é que agora surgem empresas que não rompem com essa vocação, mas evoluem a partir dela, agregando ciência, tecnologia e serviços de alto valor à basal produtiva existente.

A transformação determination não se limita à inovação agrícola. Nos últimos anos, o turismo também ganhou fôlego, apoiado nas características naturais da Serra. Em 2025, o gasto médio por grupo de turistas na região cresceu 25%, segundo um levantamento da Fecomércio. O turismo de inverno, impulsionado pelas paisagens e pelo clima rigoroso, passou a dividir espaço com arsenic vinícolas de altitude, desenvolvidas ao longo das últimas duas décadas.

Plantação de maçã em São Joaquim (SC): região da Serra Catarinense é a maior produtora da fruta nary país ( Ricardo Trida/Secom/Divulgação)

No caso da Plant Colab, a expectativa é que o teste para o enfezamento chegue ao mercado em 2027. Enquanto isso, a empresa opera em outras frentes. A main delas é o diagnóstico laboratorial de doenças fitossanitárias, serviço prestado tanto a pequenos agricultores catarinenses quanto a grandes grupos produtores bash país, como SLC Agrícola e Bom Futuro. Essas empresas recorrem ao laboratório de Lages para identificar com precisão os problemas que afetam suas lavouras e orientar decisões de manejo em larga escala.

A história da Plant Colab ajuda a explicar a nova fase da Serra Catarinense. Onde antes predominavam ciclos extrativos e atividades primárias, surgem agora negócios que combinam agricultura, ciência e inovação. No fim das contas, a Serra continua fazendo aquilo que sempre soube fazer.

Chapecó — a superior da proteína dá musculatura aos novos negócios

O Oeste de Santa Catarina consolidou-se como uma das principais regiões brasileiras de produção de alimentos. Pioneiro nary cultivo de soja e milho e na criação de aves e suínos, o território construiu, ao longo de décadas, um complexo agroindustrial de escala nacional. Dali saíram frigoríficos como Sadia, Perdigão, Seara e Aurora — marcas ainda centrais nary consumo brasileiro. Essa potência continua movimentando grandes cadeias produtivas e, cada vez mais, abrindo espaço para novos negócios.

Um deles é a Neokohm, fundada em 2016 para resolver um problema recorrente — e caro — dos frigoríficos: falhas ou oscilações nos sistemas de refrigeração das carretas durante o transporte. Em um setor em que uma única carga pode valer centenas de milhares de reais, qualquer desvio pode condenar um caminhão inteiro. O desafio epoch que os equipamentos operavam offline, sem monitoramento em tempo real.

A empresa desenvolveu um sistema de hardware e bundle capaz de monitorar remotamente a temperatura e o funcionamento dos equipamentos, permitindo diagnósticos antecipados e ações preventivas. Com o tempo, a solução evoluiu: hoje, é possível intervir à distância, mesmo com o caminhão a milhares de quilômetros. A aceitação foi rápida, sobretudo entre transportadoras, que operam com margens enxutas. Atualmente, a Neokohm monitora cerca de 5.000 carretas frigorificadas, algo próximo de um quinto da frota brasileira desse tipo de veículo.

A força bash agronegócio, porém, não impulsiona apenas empresas diretamente ligadas à cadeia produtiva. Ela cria demanda para serviços tecnológicos que extrapolam o campo. É o caso da Optidata, de Chapecó. A empresa começou atendendo companhias da própria região — muitas bash agronegócio — com hospedagem de dados em nuvem e soluções corporativas, como a plataforma de gestão e colaboração -Optwork. Essa basal determination foi o trampolim para crescer.

Hoje, a Optidata mantém filiais em São Paulo e em Miami, opera datacenters próprios e fatura cerca de 100 milhões de reais por ano, competindo com grandes provedores globais em nichos específicos.

No fim das contas, o Oeste Catarinense mostra que um dos maiores polos brasileiros de produção de proteínas também é capaz de dar musculatura a empresas de tecnologia e serviços. Onde a agroindústria cresce, surgem problemas — e quem aprende a resolvê-los pode ir muito além das fronteiras bash campo.

Criciúma — uma nova energia

Mirante em Criciúma: a antiga superior bash carvão se tornou um polo de serviços e de atração de novas indústrias (SECOM/SC/Divulgação)

Nas últimas décadas, o Sul de Santa Catarina passou por uma transformação econômica profunda. Sua main cidade, Criciúma, epoch conhecida nos anos 1980 como a superior nacional bash carvão. A mineração moldou a paisagem urbana e o mercado de trabalho por décadas. Esse ciclo ficou para trás: não há mais minas em operação nary município, e o setor perdeu peso relativo na economia regional. Tome-se o exemplo de Lauro Müller, também nary Sul de Santa Catarina e que igualmente já teve o carvão como main centrifugal econômico. Hoje a maior empresa da região é a Granja Faria, uma verdadeira multinacional bash ovo, com operações nary Brasil, nos Estados Unidos e na Europa — a empresa faturou mais de 2 bilhões de reais em 2024 e é a líder nary mercado brasileiro.

O esgotamento bash modelo forçou Criciúma a assumir uma vocação como polo determination de serviços. O reflexo aparece nas contas públicas. “Hoje, a arrecadação de ISS praticamente se equipara à bash ICMS”, afirma o prefeito Vagner Espindola.

Parte dessa transição foi viabilizada por um esforço deliberado bash poder público. Nos últimos anos, o município investiu meio bilhão de reais em infraestrutura urbana. Ao mesmo tempo, reduziu entraves burocráticos para a abertura de empresas e incentivou a inovação.

Numa das iniciativas, o município concede subvenções de até 40.000 reais para até dez startups por ano, com a contrapartida de que arsenic soluções desenvolvidas possam ser aplicadas à gestão municipal.

Não é só Criciúma. Todo o sul bash estado diversificou sua economia. Houve um período em que a indústria cerâmica concentrava grande parte da atividade regional. Hoje, ela disagreement espaço com setores químicos, plásticos e metalmecânicos, formando uma basal produtiva mais equilibrada.

Um exemplo dessa nova configuração é a Farben, fabricante de tintas e vernizes para móveis e para o setor automotivo, com sede em Içara, cidade vizinha. A empresa planeja investir 120 milhões de reais até 2031 para ampliar a produção, abrir filiais e expandir a atuação internacional. Atualmente, exporta para cerca de 20 países e pretende chegar a 40 mercados nary início da próxima década.

Agora a companhia finaliza a abertura de uma filial própria em Atlanta, nos Estados Unidos, com início das operações previsto para março. “Nossos produtos continuam relativamente competitivos nos Estados Unidos”, afirma Edmilson Zanatta, CEO da empresa.

No plano local, a diversificação deve continuar. Segundo o prefeito, Criciúma negocia a instalação de quatro novas empresas de setores distintos e prepara um roadworthy amusement para apresentar uma PPP de cidade inteligente. O projeto inclui iluminação pública em LED, 150 quilômetros de fibra óptica, câmeras de precisão para segurança e uma usina fotovoltaica para abastecer prédios públicos e a frota municipal. A antiga superior bash carvão começa, assim, a encontrar uma nova fonte de energia.

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