Marcella contou que aos 26 anos sentiu uma exaustão do estímulo a compras que faz a indústria da moda girar e começou a estudar a cadeia de produção de alimentos orgânicos no Brasil. Nos supermercados, ela encarou com o mesmo olhar as prateleiras de produtos de limpeza.
Quando eu chegava no corredor dos supermercados aqui, eu não queria nada daquilo. Eu achava as embalagens muito feias, com as cores gritando, o cheiro muito ruim dos produtos. Me fazia mal.Marcela Zambardino, cofundadora da Positiv.a
Mais que o desconforto visual, os produtos convencionais, formulados com petróleo e outros ativos que impactam a saúde dos consumidores e o meio ambiente, traziam uma memória de alergia e irritações.
Desde os 15 anos, tenho alergia a detergente, minhas unhas ficam onduladas. Mais tarde, comecei a associar a dor de cabeça ao cheiro das fragrâncias dos produtos de limpeza.Marcella Zambardino, cofundadora da Positiv.a
Investigando essa indústria no Brasil, Marcella entendeu que quatro grandes marcas nacionais e uma multinacional dominavam o mercado com fórmulas muito parecidas. "Quando eu olhei para fora do Brasil, vi um mercado muito mais aquecido", diz.
Eu entendi que aqui no Brasil ninguém estava fazendo isso direito, no sentido de ser melhor para o consumidor, para a saúde das pessoas, e comunicando essa mensagem de maneira direta para o consumidor.Marcella Zambardino, cofundadora da Positiv.a

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