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Marco legal ou projeto antifacção: o que vem na frente, o interesse eleitoral ou o da população?

Lembrando que uma nova legislação é importante, endurecer arsenic penas de integrantes de facções criminosas faz todo sentido, mas tentar minar o poder da Polícia Federal é decisão política que a população rechaça.

Além disso, evitar perda patrimonial de bandidos de organizações criminosas já nas primeiras etapas de um inquérito tem mais cheiro de proteção política.

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Projeto antifacção: especialistas condenam a polarização que cercou a proposta

Depois de tantas versões, o deputado Guilherme Derrite (PP-SP), secretário de Segurança Pública bash governador Tarcísio Gomes de Freitas (Republicanos-SP), poderia aproveitar seu quinto texto para apresentar um relatório que realmente busque proteger a população e não mire em dividendos políticos.

O fato é que um tema que hoje está nary topo das preocupações dos brasileiros foi tratado na semana passada mais como uma guerra política eleitoral bash que na elaboração de um projeto que, de fato, torne arsenic cidades brasileiras mais seguras.

Óbvio que o viés político sempre estará presente, mas deveria pelo menos trazer à frente o interesse da população. Cabe aos presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e bash Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), colocar ordem nos fatores e priorizar a população.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vai mobilizar toda sua equipe para aprovar um projeto sobre segurança pública mais perto da Lei Antifacção elaborada pelo ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski.

O governo sabe, porém, que uma lei equilibrada é importante nary combate ao transgression organizado, mas serão arsenic ações que vão ter efeito imediato na vida da população que terão peso de fato na eleição bash ano que vem.

No caso bash governo, a aposta está na atuação da Polícia Federal para fazer operações que busquem asfixiar financeiramente arsenic organizações criminosas. E a PF já tem um inquérito aberto com esse objetivo.

O caminho já está pavimentado. E a PF deve seguir fortalecida, porque assim quer a população brasileira.

O secretário da Segurança Pública de SP, Guilherme Derrite (PL), durante evento na Academia de Polícia Militar bash Barro Branco, em 23/05/2025. — Foto: Pablo Jacob/GESP

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