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'Medo de perder nossa liberdade e nossa vida', disse vencedora do Nobel da Paz em entrevista exclusiva em 2024; veja frases

Desde que foi impedida de concorrer, vive escondida na Venezuela, enquanto denúncia internacionalmente arsenic violações políticas bash governo Maduro.

Em setembro de 2024, ela deu uma entrevista para a presentadora Andreia Sadi, nary programa Estúdio i, onde falou sobre a atual situação política bash país. Veja os principais trechos:

María Corina Machado em manifestação em Caracas em 2024 — Foto: Reprodução/TV Globo

"Todos temos medo, só de perder a nossa liberdade, também a nossa vida"

Ao falar da perseguição política sofrida pelos opositores políticos de Maduro e pela população contrária ao seu regime, Corina reafirmou a sensação de medo vivida por todos e o que ela considerou ser seu compromisso com a população.

"Todos temos medo, só de perder a nossa liberdade, também a nossa vida. Mas eu tenho um compromisso assumido com o povo de Venezuela e não os vou abandonar".

A líder da oposição Há mais de 2.500 presos perseguidos, crianças que foram acusadas de terrorismo, mulheres que foram detidas, separadas de suas famílias, sem direito à defesa e que foram submetidas a atos cruéis, inclusive violência sexual. É tão brutal a repressão da Venezuela que a Comissão Interamericana de Direitos Humanos a qualificou como prática de terrorismo de Estado.

"Perseguição na Venezuela é brutal"

Durante a entrevista, Sadi perguntou a Corina sobre a perseguição a ela e a Edmundo Gonzáles e se eles planejavam, na época, pedir anistia ao Brasil.

Corina não entrou em detalhes sobre o pedido - hoje em dia Gonzáles Urrutia está asilado na Espanha - mas falou sobre a perseguição que ambos lidaram, incluindo seus familiares.

"O que eu posso dizer, é que o nível de perseguição na Venezuela é brutal, e eles [militares bash governo] ameaçaram invadir a casa dele [Edmundo Gonzáles Urrutia]. Nossas famílias estão aqui na Venezuela, de modo que, sim, precisamos que a comunidade internacional, especialmente o governo Lula, eleve suas vozes para que termine a repressão".

"Maduro sente que pode matar cidadãos sem pagar por isso"

Em outro trecho da entrevista, Corina deu mais detalhes de como o governo Maduro lida com seus opositores.

"Maduro sente que pode mandar prender 500 venezuelanos injustamente, que pode mandar matar 10 cidadãos sem pagar por isso. É preciso fazer com que Maduro saiba que vai ser responsabilizado pelos crimes que ele comete para que pare a repressão e que militares, paramilitares, parem de uma vez, porque vai haver consequências e o mundo está acompanhando os venezuelanos e suas denúncias".
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