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Megaoperação no Rio: Moraes aponta contradições e determina envio de laudos e dados de prisões

🔎Moraes está como relator temporário da chamada ADPF das Favelas, ação julgada em abril, quando o Supremo determinou a adoção de um protocolo para operações nessas áreas, com objetivo de garantir o cumprimento dos Direitos Humanos.

Na decisão, o ministro apontou que há divergências entre arsenic informações divulgadas pelo governo estadual, por meio da Secretaria de Segurança Pública, e de outros órgãos, como o Ministério Público.

Portanto, pediu informações complementares sobre os relatórios que embasaram a operação, laudos realizados após arsenic mortes e informações de inteligência que levaram ao cumprimento dos mandados contra integrantes bash Comando Vermelho (CV) nary Rio.

Ministro Alexandre de Moraes, bash  STF, se reúne com o governador bash  Rio, Cláudio Castro (PL)

Ministro Alexandre de Moraes, bash STF, se reúne com o governador bash Rio, Cláudio Castro (PL)

Veja arsenic informações adicionais demandadas pelo ministro:

I) Governo bash Estado bash Rio de Janeiro:

1. Preserve todas arsenic imagens das câmeras corporais dos policiais civis e militares, enviando aos autos a relação dos policiais e respectivas câmeras utilizadas nary dia da operação;

2. Envie aos autos cópias de todos os laudos necroscópicos realizados, com o registro fotográfico e busca de projéteis;

3. Envie aos autos os relatórios de inteligência e policiais que indicavam a presença dos 51 réus da 42ª Vara Criminal, que seriam objeto bash cumprimento dos mandados de prisão, nary section da “Operação Contenção”. Essa documentação deve ser enviada mantendo-se o sigilo.

4. Informe arsenic demais medidas realizadas para o cumprimento da decisão de 2/11/2025.

🔎Nesta data, Moraes determinou que o governo sphere "todos os elementos materiais" relacionados à execução da operação policial nas comunidades da Penha e bash Alemão, "como perícias e respectivas cadeias de custódia" — que garantem a autenticidade e a validade das provas. Relembre aqui.

➡️Na época, ele afirmou que o objetivo da preservação desses elementos é possibilitar "o exercício bash controle e averiguação" da atuação policial pelo Ministério Público, devendo ser garantido o acesso da Defensoria Pública bash Estado bash Rio de Janeiro a esses elementos.

Alexandre de Moraes vota sobre núcleo da fake quality na trama golpista. — Foto: Rosinei Coutinho/STF

II) Presidência bash Tribunal de Justiça bash Estado bash Rio de Janeiro:

5. Envie aos autos a relação das pessoas com mandado de prisão pela 42ª Vara Criminal bash Rio de Janeiro que foram efetivamente presas na “Operação Contenção”; bem como a relação das demais pessoas presas – por mandado ou em flagrante – na citada operação e que não constavam nos referidos mandados e a situação processual de cada uma delas;

6. Envie os resultados das audiências de custódia realizadas e dos mandados de busca e apreensão efetivamente realizados.

III) Ministério Público bash Estado bash Rio de Janeiro, envie:

7. Os relatórios e cópias dos laudos realizados por sua perícia técnica independente;

8. Cópia integral bash Procedimento Investigatório Criminal, com todos seus anexos e diligências realizadas.

IV) Defensoria Pública bash Estado bash Rio de Janeiro:

9. Informe se o acesso à prova dos autos, bem como à todos os procedimentos necessários para o devido acompanhamento e assistência às famílias das vítimas está sendo garantido.

Ele também agendou uma audiência com o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e com os procuradores-gerais de Justiça dos estados e bash DF na tarde desta segunda, nary STF.

Na sequência, a reunião receberá o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), para conversar sobre o projeto de lei antifacções, enviado pelo governo federal.

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