Ao participar da instalação do Comitê Permanente de Resiliência de Porto Alegre, o prefeito Sebastião Melo (MDB) defendeu a criação de um imposto federal destinado à drenagem urbana. A cerimônia de posse dos membros do comitê foi realizada no Teatro Túlio Piva.
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Ao participar da instalação do Comitê Permanente de Resiliência de Porto Alegre, o prefeito Sebastião Melo (MDB) defendeu a criação de um imposto federal destinado à drenagem urbana. A cerimônia de posse dos membros do comitê foi realizada no Teatro Túlio Piva.
O secretário municipal de Governança Local e Coordenação Política (SMGOV), Cassio Trogildo (Cidadania), abriu a cerimônia no palco do teatro com uma apresentação projetada em um telão. Após recapitular a história da política de resiliência na cidade, Trogildo explicou que o grupo vai reunir mensalmente autoridades das secretarias municipais e outros órgãos da prefeitura.
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“O comitê será presidido pelo prefeito e, pelo menos no início, propomos reuniões mensais, talvez nem sempre com a presença do prefeito. Os secretários municipais são os titulares do comitê e a gente estabeleceu por decreto que dois suplentes vão cuidar das atribuições cotidianas”, explicou o titular da pasta de Governança.
Embora tenha defendido que o conceito de resiliência vai além da preparação da cidade para eventos climáticos extremos, tanto Trogildo quanto Melo se concentraram mais nas medidas necessárias para mitigar o impacto desses episódios – como a enchente de maio de 2024, que cobriu 30% do território urbano e durou mais de um mês.
Depois de empossar os membros do comitê, Melo fez algumas observações sobre as transformações necessárias a Porto Alegre para se tornar uma cidade preparada para a emergência climática. Uma das coisas que ele defendeu foi a criação de um imposto que proporcione investimentos vultuosos na área de drenagem urbana das cidades brasileiras.
“Uma cidade resiliente precisa ter um investimento pesado em drenagem urbana. E aí nós, o Brasil, temos que discutir uma taxa de drenagem urbana. De onde vamos tirar R$ 200 milhões por ano para cuidar da drenagem urbana? Não tem como”, comentou Melo.
Ele aproveitou a ocasião para lembrar que o Paço Municipal está comprando uma nova frota de ônibus elétricos para a Capital, porque, conforme o prefeito, Porto Alegre se comprometeu na COP 29 a reduzir em 50% das emissões dos gases do efeito estufa até 2030 e 100% até 2050.
“Não existe cidade resiliente sem inovação, sem passar por uma transformação da frota de ônibus a diesel que polui a cidade. Por isso, estamos comprando quase 100 ônibus, quase todos articulados. A prefeitura vai comprar através de um financiamento, mas essa conta será paga pelos empresários”, esclareceu o prefeito.

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