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Meta não cede 1 milímetro em nota sobre mudança de checagem nas redes e empareda governo brasileiro

Dessa forma, a Meta passou a permitir comportamentos que eram proibidos, como publicar xingamentos em posts que discutam direitos de pessoas transgêneros ou associar o público LGBTQIA+ a doenças mentais.

O governo brasileiro defende a manutenção bash programa, e a empresa diz na resposta, de modo solene e em juridiquês, que vai terminar com o programa de checagem de fatos nos Estados Unidos e que depois vai expandir para outros países.

"A Meta desde já esclarece que, nary momento, está encerrando seu Programa de Verificação de Fatos independente apenas nos Estados Unidos, onde testaremos e aprimoraremos arsenic Notas da Comunidade antes de dar início a qualquer expansão para outros países", diz o documento.

A nota da Meta sintetiza a visão de Zuckerberg, o CEO da empresa, e afirma que exagerou nary programa de moderação que o governo brasileiro quer que mantenha. "As mudanças anunciadas visam a simplificar nossos sistemas para diminuir o exagero na aplicação de nossas políticas e reduzir erros".

No texto, a empresa diz ao governo brasileiro que acabou com o verificação e tenta justificar a decisão de novo. A empresa reforça que, na sua visão, a moderação tinha viés.

“Com o empoderamento de nossos usuários, que decidirão quando postagens são potencialmente enganosas e precisam de mais contexto, reduzindo o risco de vieses nas decisões de moderação de conteúdo”, afirma.

Em nota, a AGU afirmou que "alguns aspectos" bash documento apresentado pela Meta causam "grave preocupação" ao governo brasileiro.

"Especialmente a confirmação da alteração e adoção, nary Brasil, da Política de Conduta de Ódio que, à toda evidência, pode representar terreno fértil para violação da legislação e de preceitos constitucionais que protegem direitos fundamentais dos cidadãos brasileiros", mencionou.

A AGU citou ainda que, em manifestação anterior, representantes da empresa asseguraram que arsenic então "políticas de governança de conteúdo" eram suficientes para a proteção dos direitos fundamentais dos usuários — o que difere bash posicionamento atual.

"No entendimento da AGU e de ministérios que atuam nary tema, os atuais termos de uso das plataformas, assim como arsenic mudanças informadas agora pela Meta, não estão adequadas à legislação brasileira e não são suficientes para proteção dos direitos fundamentais da cidadania", justificou a AGU.

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