A Microsoft anunciou uma operação para combater o Lumma Stealer, malware capaz de roubar informações confidenciais, encontrado em mais de 394 mil PCs com Windows em várias regiões do mundo, incluindo Brasil, Europa e Estados Unidos. A Unidade de Crimes Digitais da empresa entrou com uma ação para solicitar a apreensão de 2.300 domínios que serviam para comandar e controlar o software malicioso, um dos mais utilizados por cibercriminosos que visam capturar dados sigilosos dos usuários na Internet. Saiba mais sobre a operação e quais os verdadeiros perigos do Lumma Stealer.
Microsoft anuncia operação para combater o malware Lumma; saiba mais — Foto: Reprodução/Internet O malware Lumma Stealer é uma das principais ferramentas utilizadas no crime cibernético, já que consegue roubar informações confidenciais de pessoas e empresas. Basicamente, o software malicioso pode ser encontrado em jogos ou aplicativos crackeados. Após infectar o dispositivo, o programa consegue roubar logins, senhas, cartões de crédito, criptomoedas e outros dados sigilosos das vítimas. Segundo a Microsoft, o Lumma é vendido na Internet desde 2022 e já foi aprimorado em diversas versões, o que permitiu que cibercriminosos pudessem roubar contas bancárias e interromper serviços essenciais, por exemplo.
A companhia explica que o malware é fácil de distribuir, difícil de detectar e pode contornar certas medidas de segurança. Por isso, ele virou uma ferramenta muito útil para cibercriminosos, já que pode atingir comunidades de jogos e sistemas educacionais, por exemplo. A Microsoft afirma que diversas empresas de segurança cibernética já mencionaram o uso do Lumma em ataques nos setores de manufatura, telecomunicações, logística, finanças e saúde.
Operação contra o malware
Por meio de uma ordem judicial, a Microsoft conseguiu suspender aproximadamente 2.300 domínios maliciosos que eram a parte fundamental da infraestrutura do malware, além de ter bloqueado os marketplaces onde o vírus era vendido para os cibercriminosos. Vale ressaltar que, entre 16 de março de 2025 e 16 de maio de 2025, a Microsoft identificou mais de 394 mil computadores Windows infectados pelo Lumma. A empresa afirma ter atuado ao lado de autoridades policiais e parceiros do setor para cortar o contato entre o Lumma e as vítimas.
Além disso, a companhia informou que mais de 1.300 domínios apreendidos serão redirecionados para a Microsoft conseguir reforçar a segurança dos serviços da empresa e ajudar a proteger os usuários. Os dados coletados ainda ajudarão parceiros dos setores público e privado a continuarem rastreando e investigando a ameaça, visando reduzir a velocidade dos ataques cibernéticos, minimizar os efeitos dos golpes e dificultar os lucros dos cibercriminosos.
A Microsoft afirma que, ao combater ferramentas como o Lumma, é possível impactar as práticas criminosas que ocorrem no ambiente virtual. Isso porque é necessário ter tempo e dinheiro para reconstruir uma infraestrutura maliciosa e desenvolver novas ferramentas. A empresa alerta, no entanto, que os cibercriminosos são persistentes e criativos e que a companhia sempre precisa se atualizar para identificar novas atividades e combater o crime cibernético.
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8 meses atrás
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