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Mídia e Marketing #236: Benjamin Yung, CEO da DPZ

Perto de completar 60 anos, a DPZ foi responsável por criar campanhas icônicas, como o Garoto Bombril, o Baixinho da Kaiser e até mesmo o Leão do Imposto de Renda. Mas como a agência tem trabalhado para se manter na vanguarda?

O episódio #236 recebe Benjamin Yung, CEO da DPZ, que ainda fala sobre criatividade e inteligência artificial -confira, acima, o episódio na íntegra.

"É muito legal quando a IA é usada para elevar a qualidade de algo. Por outro lado, é perigoso quando a IA é usada apenas para acelerar processos. Isso faz as coisas saírem mais padronizadas, mais iguais", diz BJ, como é conhecido.

Confira outros destaques:

Pais da publicidade: fundada por Dualib, Petit e Zaragoza, da DPZ saíram outras grandes agências. A DPZ passou por momentos difíceis, mas tem história, tem origem, tem legado e conseguimos nos reconectar com o carinho que o mercado brasileiro tem com a marca.
a partir de 1:20

É uma marca icônica, mas agora com pensamento de startup. Isso para atrair novos talentos e organizar formas de operar.
a partir de 3:50

DPZ sempre foi uma agência de vanguarda. Por isso que, lá atrás, criou tantas coisas icônicas. Na época, isso era vanguarda, e ela foi precursora de movimentos que surgiram na comunicação. Não temos mais as pessoas 30 segundos na frente da TV.
a partir de 5:50

Não dá para falar de comunicação sem falar de IA, de redes sociais e de estar conectado com a cultura.
a partir de 7:13

Nosso papel é ser o melhor parceiro de negócios. Para exercer isso, precisamos entender profundamente aquele negócio, aquele cliente e entender o público que ele quer alcançar. O papel de uma agência é estar na transformação dos negócios. Usar a criatividade, de fato, para transformar os clientes e transformar a sociedade.
a partir de 8:49

Colocamos todos os especialistas na mesa para tentar resolver problemas e questões dos clientes, de planejamento e mídia a empresas de creators.
a partir de 13:31

No final das contas, a IA está vindo para ser um braço biônico do profissional. Hoje em dia, dentro da agência, não há mais nenhum profissional que não use IA no seu dia a dia.
a partir de 14:41

No ano passado, usamos a Symphony, que é a inteligência artificial do TikTok, para recomendar a Yara, IA da Ypê. Porque a inteligência artificial pode não entender de comportamento humano, mas entende de inteligência artificial. Isso jamais teria acontecido se não houvesse um humano por trás dessa história.
a partir de 16:55

Quando a IA é usada para elevar a qualidade de algo, é muito legal. Acho perigoso quando a IA é usada simplesmente para acelerar processos. Aí, as coisas saem mais padronizadas, mais iguais. Ela precisa de um trabalho humano para ir para um lugar novo.
a partir de 20:50

Não há mais um lugar da marca perfeita, que tem tudo sob controle. Elas também erram, ficam mais expostas. Ficam mais humanas, e isso também tem seu lado positivo. Para se conectar com relevância com as pessoas, é preciso abrir mão desse controle.
a partir de 23:20

Qual é o maior desafio de ser CEO de uma agência? Precisa ser tudo colaborativo. O maior desafio é fazer com que as pessoas ao seu redor sintam que você está construindo algo em que elas também acreditam e do qual podem participar.
a partir de 27:30

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