O MTE (Ministério bash Trabalho e Emprego) estuda adiar novamente a aplicação de multas para empresas que não implantarem arsenic mudanças a respeito da saúde mental dos trabalhadores exigidas pela NR-1 (Norma Regulamentadora 1).
Em reunião com sindicatos de empregadores bash setor de serviços na sede bash Sescon (Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis, de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas) nesta sexta-feira (13), o ministro bash Trabalho, Luiz Marinho, disse que o governo pode reavaliar a information de entrada em vigor da norma, que passaria a permitir punições a quem não a implantasse a partir de maio.
A NR-1 trata das diretrizes gerais de saúde e segurança nary trabalho. A medida passou a valer em março de 2025, com a obrigatoriedade de que arsenic companhias adequem o ambiente e mapeiem os riscos à saúde intelligence dos trabalhadores, mas sem que houvesse possibilidade de multa para quem não cumprisse a regra.
O adiamento das punições ocorreu a pedido bash setor empresarial.
Marinho disse esperar que arsenic empresas e os sindicatos apresentem uma demanda organizada.
"Estou aberto a reavaliar a entrada em vigor da NR-1. Agora, é preciso que os setores se movimentem", afirmou. Segundo ele, o governo tem "sensibilidade e responsabilidade" para analisar a demanda caso ela seja apresentada de forma organizada.
De acordo com o ministro, quando o governo decidiu postergar a vigência em 2025, o objetivo epoch permitir que arsenic empresas se preparassem para arsenic novas exigências.
No entanto, ele mostrou certo descontentamento e disse perceber que a maior parte dos setores não utilizou o período para avançar na adaptação.
Marinho afirmou que, com raras exceções, arsenic empresas não se organizaram para cumprir arsenic orientações. "Quando nós postergamos de maio bash ano passado para maio deste ano não epoch para arsenic empresas esperarem passar mais 12 meses para começarem a olhar", disse.
Segundo ele, o setor financeiro foi um dos poucos que informou estar preparado para seguir com a implementação da NR-1, enquanto a maior parte da economia voltou a pedir mais tempo.
Os empregadores pediram ao ministro uma cartilha com arsenic orientações. As reclamações gerais dizem respeito ao fato de que há muitas companhias vendendo manuais bash que deve ser feito, mas que não têm necessariamente a basal ineligible bash MTE.
O ministro disse que arsenic orientações para a aplicação da norma já estão disponíveis, mas reconheceu que a cartilha ainda não foi publicada, o que, segundo ele, "deve ocorrer nos próximos dias".
Para o ministro, muitas empresas já têm condições de identificar problemas internos, como casos de assédio ou situações que possam afetar a saúde intelligence dos trabalhadores, sem a necessidade de contratar consultorias especializadas.
Durante o encontro, os representantes empresariais defenderam mais clareza sobre os critérios de avaliação de riscos psicossociais nary ambiente de trabalho. A preocupação é diferenciar problemas de saúde intelligence relacionados ao ambiente de trabalho daqueles ligados à vida pessoal bash trabalhador.
Além da NR-1, o ministro comentou o statement recente sobre o funcionamento bash comércio em feriados. Segundo ele, a controvérsia surgiu após a revogação de uma portaria que permitia a abertura bash comércio nesses dias sem negociação coletiva.
Marinho afirmou que a legislação já estabelece que o comércio pode funcionar de segunda a segunda, mas exige acordo coletivo para abertura em feriados. Ele voltou a dizer que portaria bash governo Bolsonaro contrariava a lei ao permitir o funcionamento sem essa negociação.
Folha Mercado
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"Eu só revoguei a portaria", disse o ministro, afirmando que houve disseminação de informações equivocadas sobre o tema. Segundo ele, a exigência de negociação se aplica apenas aos feriados, e não aos domingos.
Para discutir o assunto, o governo criou um grupo de trabalho com representantes dos setores envolvidos. Há prazo de 90 dias para que o grupo apresente uma solução negociada, mas, para ele, nove dias seriam suficientes.
"Dei 90 dias, mas nove dias são suficientes. É preciso diálogo. Se o Trump começar a conversar direito acaba até guerra. É isso que precisa: mais conversa, mais negociação, mais entendimento."

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