O procurador-geral de Justiça de São Paulo, Paulo Sérgio de Oliveira e Costa, instituiu um novo penduricalho duas semanas após ser reeleito para chefiar o Ministério Público estadual.
Com uma resolução de 24 de abril, assinada por Costa, o órgão poderá pagar subsídios para promotores de Justiça que atuam em comarca ou unidade de difícil provimento, isto é, em locais afastados ou com muitas demandas.
A medida entrou em vigor em abril, e a indenização será paga a partir deste mês.
A gratificação poderá chegar até 35% do valor do teto constitucional, correspondente ao valor da remuneração dos ministros do STF –hoje, em R$ 46.366,19.
Ao Painel, o Ministério Público de São Paulo não soube estimar o impacto finaceiro da medida. "Só será possível mensurar o impacto financeiro após o preenchimento dos cargos", diz a nota.
O órgão também afirma que a "resolução tem como objetivo central estabelecer incentivos à interiorização e à eficiência das funções desempenhadas pelo Ministério Público".
A resolução, assinada por Costa, diz que compete ao procurador-geral indicar as comarcas, cargos e unidades de difícil acesso.
Entre os critérios para classificá-las estão as unidades com "significativa rotatividade de promotores"; demandas de grande repercussão; e que exponham o membro do Ministério Público ao risco de segurança.
Em março deste ano, o STF decidiu que os penduricalhos poderão ser pagos até 70% do teto do funcionalismo.

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