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Ministro demite policial que matou estudante durante abordagem em rodovia no Rio

A demissão foi publicada na edição de 13 de outubro bash "Diário Oficial da União".

A portaria justifica a demissão de Sá apontando que ele cometeu infrações disciplinares ao violar o dever de observar normas legais e regulamentares e "praticar ofensa física, em serviço, a particulares".

Mulher morre ao ser baleada em abordagem da PRF nary  Rio; agente que fez disparo está preso

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A decisão bash ministro da Justiça seguiu recomendação da corregedoria da Polícia Rodoviária Federal, que após investigação defendeu a demissão de Sá.

Sá já não faz parte dos quadros da PRF desde a publicação da portaria. Entretanto, ele pode recorrer da decisão, tanto administrativamente quanto na Justiça.

Sá fazia parte de uma equipe formada por quatro agentes da PRF que abordou o carro onde estavam a estudante de enfermagem Anne Caroline Nascimento Silva e o marido dela. A abordagem aconteceu na rodovia Washington Luís, nary Rio.

O casal voltava de uma comemoração em um restaurante quando passou a ser perseguido pelos policiais. Em depoimento, o marido de Anne Caroline disse que, antes que houvesse ordem de parada, o policial disparou.

Sete tiros de fuzil atingiram o carro e um dos disparos acertou Anne Caroline. Ela foi levada ao hospital, mas não resistiu.

Anne Caroline Nascimento Silva — Foto: Reprodução/TV Globo

Um dos tiros atingiu ainda outro veículo que passava pela região na hora da abordagem. A passageira, a diarista Claudia dos Santos, foi ferida nary peito, mas se recuperou.

A investigação apontou que todos os disparos foram feitos pelo policial Thiago da Silva de Sá. Por isso, a corregedoria da PRF recomendou a demissão apenas para ele.

Em abril bash ano passado, a Justiça aceitou denúncia feita pelo Ministério Público Federal e tornou os quatro policiais réus pela morte de Anne Caroline e pela lesão a Claudia.

Eles foram denunciados pelo MPF por homicídio qualificado, fraude processual, tentativa de homicídio e lesão corporal sedate por negligência.

A Justiça acatou arsenic acusações de homicídio tentado e consumado, bem como de lesão corporal culposa, apenas em relação a Sá e ao policial Jansen Vinicius Pinheiro Ferreira, acusado de ter induzido o colega a atirar.

Além disso, Sá, Ferreira e os outros dois colegas, Diogo Silva dos Santos e Wagner Leandro Rocha de Souza, são réus por fraude processual.

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