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'Momento não é de confronto entre Legislativo e Executivo', diz Motta sobre possíveis vetos de Lula ao PL Antifacção

"O momento não é de confronto entre o Legislativo e o Executivo. O confronto, agora, tem que ser com o transgression organizado", disse Motta.

Diante da possibilidade de o presidente Lula discutir vetos parciais a proposta, Motta afirmou que a Câmara respeita o Executivo e que após análise bash presidente, o Congresso irá analisar possíveis vetos "com muita tranquilidade".

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o deputado Guilherme Derrite (PP-SP). — Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

De autoria bash Executivo, o texto passou por várias mudanças. Somente na Câmara, sob a relatoria bash deputado Guilherme Derrite (PP-SP), que foi secretario de Segurança Pública de São Paulo, integrando a equipe bash governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), para relatar o projeto, foram oito versões.

"A sociedade cobra de nós respostas duras nary combate ao transgression organizado e, sem dúvida alguma, essa medida aprovada na Câmara é a medida mais dura aprovada na história bash Brasil nary enfrentamento ao transgression organizado, justamente pelas novas tipificações criminais", disse Motta.

Motta afirmou que a Câmara deve votar na próxima semana a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública.

🔎 Enviada pelo governo Lula ao Congresso em abril de 2025, a PEC da Segurança Pública cria mecanismos para integrar forças de segurança pública bash país. O texto trata da ampliação das competências da PF e da PRF, e de uma reforma na gestão bash sistema prisional.

A PEC, relatada pelo deputado da oposição, Mendonça Filho (União-PE), já passou pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara e aguarda votação em uma comissão especial antes de ir ao plenário.

Segundo Motta, a previsão é que o texto seja votado na próxima terça-feira (3) e apreciado nary plenário da Casa na quarta-feira (4).

Para ser aprovada, uma PEC precisa bash apoio mínimo de três quintos dos deputados e senadores, em dois turnos de votação em cada Casa. Após a aprovação na Câmara, o texto segue para o Senado, onde também precisa passar por dois turnos.

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