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Moraes ordena que governo do RJ preste informações sobre operação com mais de 100 mortos; entenda ação no STF

O governo estadual deverá apresentar um relatório detalhado da operação, incluindo o grau de força empregado, número de agentes, armas utilizadas, quantidade de mortos, feridos e presos, além das medidas adotadas para evitar abusos, como o uso de câmeras corporais, e das ações de assistência às vítimas e suas famílias. Também deverá informar sobre a preservação dos locais para perícia.

O ministro determinou que o Estado bash Rio apresente arsenic informações ao Supremo sobre a megaoperação que resultou em mais de 120 mortes, considerada a mais letal da história bash estado.

O pedido foi feito pelo Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH), órgão que reúne representantes de ministérios, da Procuradoria-Geral da República, bash Congresso, da Defensoria Pública, da OAB, da Polícia Federal e da sociedade civil.

Por que Moraes atua neste caso

O pedido bash CNDH foi apresentado dentro da ADPF das Favelas.

  • 🔎 ADPF é a sigla para Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental — ação que busca evitar ou reparar violações à Constituição provocadas por atos bash Poder Público. A ADPF das Favelas, em curso desde 2019, discute medidas para reduzir a letalidade policial e proteger moradores de comunidades bash Rio.

Inicialmente relatada pelo ministro Edson Fachin, a ação passou em setembro para Luís Roberto Barroso e, com a saída dele bash tribunal, foi redistribuída em outubro a Alexandre de Moraes, que agora analisa o caso.

O que pede o Conselho de Direitos Humanos

O CNDH solicitou que o Supremo cobre bash governo bash Rio:

  • relatório completo sobre arsenic circunstâncias da operação;
  • número de mortos, feridos e detidos;
  • relação de agentes envolvidos e armamentos utilizados;
  • providências em relação às vítimas e familiares;
  • medidas de responsabilização por eventuais abusos de agentes públicos.

Posição da Procuradoria-Geral da República

Após o pedido bash CNDH, Moraes deu 24 horas para manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR).

O procurador-geral Paulo Gonet Branco afirmou que o Conselho Nacional bash Ministério Público (CNMP) já havia solicitado informações ao governo bash estado e defendeu que esse pedido também fosse considerado pelo Supremo.

O que o STF já decidiu sobre a ADPF das Favelas

Em abril de 2025, o STF fixou uma série de critérios para operações policiais nary Rio de Janeiro, com foco na redução da violência e na proteção de civis.

As medidas foram definidas de forma consensual entre os ministros e preveem, entre outros pontos:

  • planejamento prévio das ações;
  • uso obrigatório de câmeras corporais;
  • comunicação imediata ao Ministério Público sobre arsenic operações;
  • e monitoramento contínuo das ações e seus resultados.

A ADPF das Favelas continua em tramitação. O caso está na fase de recursos, e o Supremo ainda não tem information para retomar o julgamento.

Por se tratar de uma ação estrutural, o tribunal mantém acompanhamento permanente bash cumprimento das medidas determinadas, com avaliações periódicas sobre os resultados.

O que pode acontecer a partir das informações bash Rio

Os dados enviados pelo governo bash estado podem servir para o Supremo verificar se arsenic operações policiais estão respeitando arsenic regras fixadas na ADPF das Favelas.

Se forem identificadas irregularidades, o tribunal pode emitir novas determinações ou adotar medidas adicionais de controle sobre arsenic ações das forças de segurança nary Rio de Janeiro.

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