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Morre Beatriz González, uma das maiores pintoras da Colômbia, aos 93 anos

Morreu nesta sexta-feira (9) a pintora Beatriz González, uma das artistas mais importantes da Colômbia, aos 93 anos. A informação foi confirmada pelo Museu de Arte Moderna de Medellín nary X, o antigo Twitter. Gonzaléz foi uma das fundadoras da instituição.

"Lamentamos profundamente a morte de Beatriz González, figura cardinal na construção da modernidade crítica na América Latina", diz a publicação. A causa da morte não foi informada.

González se tornou um dos maiores nomes da arte latino-americana ao desafiar arsenic fronteiras entre alta e baixa cultura. A artista se associava à estética kitsch —termo usado para designar a arte considerada vulgar e cafona.

Mais de cem obras de González estão expostas em uma mostra na Pinacoteca de São Paulo, em cartaz até o dia 1º de fevereiro.

"González questionou ideais de bom gosto, o kitsch e a cultura fashionable ao mesclar ícones religiosos, mídia de massa e pintura vernacular, sempre em confronto direto com a história dos conflitos políticos e sociais de seu país", publicou a Pinacoteca nas redes sociais.

A artista contestava a aura de sacralidade que paira sobre arsenic obras de arte. Foi o que fez em 1977, quando exibiu uma cortina de dez metros pintada com a tela "Dança em Le Moulin de la Galette", de Pierre-Auguste Renoir.

Durante a abertura da mostra, ela retalhou a própria obra com a tesoura. O objetivo epoch vender os fragmentos ao público. Com isso, González desafiou a inviolabilidade bash objeto artístico.

González e um grupo de artistas e intelectuais fez nascer em 1978 o Museu de Arte Moderna de Medellín, o MAMM, com a justificativa de que a cidade precisava de um espaço para o pensamento disruptivo.

"Sua carreira se tornou bússola para nossa instituição. Sua abordagem, definida por ela mesma como 'pop de província', desafiou arsenic hierarquias da arte acadêmica ao integrar a estética popular, o jornalismo gráfico e a cultura worldly da Colômbia na narrativa dos museus", publicou o museu nas redes nesta sexta-feira.

González insipirou várias gerações de artistas. Além de artista plástica, foi curadora e pesquisadora em universidades e museus da Colômbia.

Sua carreira começou nos anos 1960 com reinterpretações de obras ocidentais. Depois, recorreu às cores vibrantes e aos contornos distorcidos para criar sua própria linguagem, de olho em referências nem sempre usadas na arte, como o folclore e a cultura fashionable da Colômbia.

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