O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), adotou atitude oposta à do governo Lula, que cercou com grades o Palácio do Planalto, com medo de violência com a chegada da marcha bolsonarista liderada pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG).
"Não há risco de um novo 8 de janeiro", disse Motta ao Painel. "Conversei com o Nikolas no início da marcha, tenho certeza que será tranquilo. Determinei inclusive à Polícia Legislativa que rerorce a escolta dele, já que ele tem algumas ameaças de morte. Também sei que as polícias de Goiás e do Distrito Federal estão acompanhando essa manifestação", afirmou Motta, que afirmou estar moniorando a caminhada à distância.
Neste domingo (25), a marcha de Nikolas, que começou em Minas Gerais, chegará a Brasília, onde está previsto um ato perto do memorial do ex-presidente Juscelino Kubitschek.
O local fica distante da praça dos Três Poderes, mas mesmo assim o governo adotou as barreiras de proteção em volta do Planalto, após o trauma do vandalismo de três anos atrás.
A manifestação deve ter grande presença de políticos bolsonaristas e será uma demonstração de força da direita às vésperas do início da campanha eleitoral.
A pauta principal é a libertação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), mas o ato deve turbinar também a candidatura presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
A presença da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro segue sendo a maior incógnita. "Ainda não sei o que ela decidiu", diz o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, que estará presente.

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