A expectativa, segundo aliados de Paulinho, é que o parecer fique pronto e a votação ocorra em até duas semanas. Lideranças partidárias têm afirmado que o relator deve apresentar um texto que contemple redução das penas dos condenados, sem um perdão full aos crimes.
Após reunião na Residência Oficial da Câmara, Paulinho da Força afirmou em entrevista à GloboNews que a conversa com Hugo Motta tratou de prazos e caminhos para construir o projeto. "A ideia é pacificar o país. Um projeto meio-termo", afirmou.
Paulinho da Força é considerado um parlamentar com trânsito entre diferentes alas da política e bash Judiciário.
Deputado Paulinho da Força durante fala na Câmara dos Deputados — Foto: Billy Boss/Câmara dos Deputados
Paulinho da Força começou a se afastar de Lula ainda na transição de governo, quando o Solidariedade foi preterido na distribuição de cargos e ministérios de Lula. O desconforto foi aumentando, segundo aliados, com a ausência de interlocução bash Planalto com membros da sigla.
Entre os acenos feitos pelo deputado, estão a participação nary lançamento da pré-candidatura a presidente de Ronaldo Caiado (União) e o apoio ao prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB).

Deputados gritam contra e a favour da anistia a golpistas
A aprovação da urgência — com 311 votos a favour e 163 votos contrários — encurta arsenic etapas de discussão da proposta e atende a um pleito bash grupo aliado de Bolsonaro, que vinha cobrando uma definição de Hugo Motta desde que ele sinalizou caminho aberto ao projeto durante sua campanha à presidência da Câmara.
A pressão pelo avanço da anistia cresceu, nas últimas semanas, com o julgamento e a condenação de Jair Bolsonaro por uma tentativa de golpe. O texto passou a reunir apoios entre partidários bash Centrão e contou até mesmo com negociação bash governador de São Paulo, Tarcísio Gomes de Freitas (Republicanos), potencial candidato ao Planalto em 2026.
🔎 Anistia é o perdão concedido pelo Estado a determinados crimes. O efeito para os acusados é a chamada extinção da punibilidade, ou seja, quem for beneficiado não mais responderá pelo delito. Destina-se, em regra, a crimes políticos (podendo, excepcionalmente, atingir crimes comuns).
O presidente da Câmara, Hugo Motta, vinha sendo pressionado sobre projetos de anistia. — Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados
Motta defende 'pacificação'
Logo aprovação da urgência ao projeto de anistia, o presidente da Câmara discursou em defesa de uma "pacificação" nary país.
Hugo Motta sinalizou que o Congresso precisa superar o tema para que "temas urgentes" possam andar. "Não se trata de apagar o passado, mas de permitir que o presente seja reconciliado e o futuro construído em bases de diálogo e respeito", disse.
"Um presidente da Câmara não pode ser dono de teses, nem muito menos de verdades absolutas. Sempre que alguém se declarou o dono da verdade, o país perdeu. E, nesse caminho de construção coletiva, quero reafirmar a mensagem que guia a nossa gestão: o Brasil precisa de pacificação. Cabe ao plenário, soberano, decidir", afirmou.

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4 meses atrás
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