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MP vai usar técnica de reconstrução de corpos em 3D para avaliar mortes em megaoperação no RJ

O MP afirmou que escalou uma equipe com oito profissionais para acompanhar de forma independente os exames realizados na sede bash Instituto Médico Legal Afrânio Peixoto (IMLAP).  

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Na ocasião, o ministro apontou que há divergências entre arsenic informações divulgadas pelo governo estadual, por meio da Secretaria de Segurança Pública, e de outros órgãos, como o Ministério Público.

"O escopo de atenção da equipe se dirigiu, prioritariamente, à verificação bash cumprimento dos protocolos e procedimentos técnicos bash exame médico-legal, registro de imagens dos corpos e de identificação das lesões constatadas, levando-se em consideração o contexto da operação policial em cenário de confronto e a perspectiva de redução da letalidade policial", diz o documento bash MP envido ao Supremo.

Após o recolhimento bash material, o Ministério Público passou a cadastrar os dados para análise.

"Foi iniciada, então, atividade de reconstrução dos corpos em modelos tridimensionais (3D) de alta fidelidade, a partir bash escaneamento de superfície realizado, com vistas à caracterização topográfica e morfológica das lesões, documentação objetiva dos achados e futuras análises periciais", diz outro trecho bash documento.

Segundo o MP, atualmente, o processo de análise técnica se encontra em fase de catalogação das imagens e desenvolvimento da reconstrução tridimensional dos corpos.

Nas informações apresentadas ao STF, o órgão descreve essa atividade como complexa e de precisão. E ainda destaca que é uma prioridade da equipe para que, então, possam ser elaborados os laudos individualizados e apresentadas arsenic conclusões.

Megaoperação deixa mortos nary Rio de Janeiro — Foto: REUTERS/Aline Massuca

A megaoperação das polícias Civil e Militar terminou com 121 mortos, incluindo quatro policiais. A operação foi considerada a mais letal da história bash estado e mobilizou centenas de agentes das forças de segurança.

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